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Slum quer indica��o de novas �reas para abrigar futuro lix�o de Macei�

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FÁTIMA ALMEIDA A Superintendência de Limpeza Urbana do município de Maceió (Slum) vai solicitar da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) a indicação de novas áreas que possam acomodar o futuro aterro sanitário da capital, dentro dos padrões técnicos e de impacto ambiental e social exigidos. As primeiras indicações, feitas há cerca de um mês, apontaram áreas a partir de 70 hectares, o que, segundo Rosa Tenório, superintendente da Slum, dificulta a definição porque restringe as opções. As novas áreas devem estar localizadas, preferencialmente, na região chamada de Tabuleiro Norte (entre o Litoral Norte e o Tabuleiro). Rosa explicou que a solicitação de novas indicações não significa ter que esperar novo levantamento. Segundo ela, o estudo feito pela Ufal é completo e mapea todas as áreas que atendem aos requisitos técnicos e ambientais. A Slum quer concluir o processo de aprovação do local ainda este ano. ?Já estamos em contato com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que tem grande experiência nessa área, para elaborar o relatório e o estudo de impacto ambiental do projeto. Isso eles fazem 40 dias após a definição do local?, diz ela. As próximas indicações devem contemplar áreas a partir de 40 hectares, dentro dos limites do município de Maceió. Rosa destaca que as áreas em estudo ficam numa faixa a pelo menos 10 km das praias e de centros urbanos do Tabuleiro. ?Existem restrições legais em relação à proximidade com o aeroporto, centros urbanos e outras restrições ambientais. Não pode desmatar, não pode ser em área de nascente, e tudo isso, evidentemente, está sendo observado. Temos de conciliar essas questões com a viabilidade econômica do projeto?, observa. Ela esclarece que a idéia de fazer um aterro consorciado da Região Metropolitana de Maceió foi descartada e com ela as quatro indicações que apontavam para o Tabuleiro de Marechal Deodoro, por causa da distância e do acesso, que passaria necessariamente por duas áreas de proteção ambiental (Santa Rita e Catolé) e por uma via de grande fluxo turístico, a AL-101 Sul.

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