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Pedevistas protestam contra decis�o judicial que negou reintegra��o

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Os pedevistas do Estado realizaram um ato de protesto, ontem, na Praça Montepio, Centro, pelo indeferimento da ação que pedia a reintegração de posse de 300 pessoas, por parte do juiz Kleber Loureiro. Eles afirmavam que o PDV, Programa de Desligamento Voluntário, foi irregular, por isso, deveria ter sido anulado. ?Basta ver que quem assinou o processo foi o Luciano Barbosa, ao invés do governador. Na ausência deste, o vice poderia ter assinado e, em último caso, o presidente da Assembléia Legislativa. Mas essa não foi a única arbitrariedade do PDV. Também não foi pago o FGTS das pessoas que aderiram ao programa, entre outros direitos. Nós teríamos um prazo de cinco anos para entrar com recurso contra o PDV, e, realmente, muita gente recursou. Foram formados diversos grupos. Infelizmente, a Justiça demora para julgar as ações. Apenas um grupo teve a ação julgada e, mesmo assim, com indeferimento?, lamentou Certório Mendes Omena, ex-funcionário da Secretaria de Administração. Ele lembra que na Administração mais de dois mil servidores pediram a reintegração dos cargos. Outro manifestante de ontem foi Mário Melo, ex-PM. Ele explicou que cerca de 570 militares aderiram ao PDV e depois se arrependeram. ?Na verdade, todos os servidores foram pressionados a pedir demissão. Houve uma ilusão de que aquela era a melhor saída. Mas saímos sem receber o que é de direito, daí a insatisfação. Depois reconhecemos isso e entramos com ação de reintegração dos cargos. Em outros estados a Justiça deu ganho aos pedevistas. É estranho que nesse primeiro julgamento o pessoal tenha perdido?. De acordo com os manifestantes, no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Sergipe os pedevistas voltaram aos cargos. ?Em Alagoas, foi onde mais houve irregularidade. Por isso, vamos recorrer até a última instância?, frisou Mário Melo. (F.V)

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