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Material servirá para exames de DNA com vestígios coletados em locais de crimes

Análises entrarão para Banco de Perfis Genéticos e poderão ser usadas para exames forenses

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Imagem ilustrativa da imagem Material servirá para exames de DNA com vestígios coletados em locais de crimes
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Pouco mais de uma semana após a deflagração da Operação Flashback II e a detenção de nomes ligados ao Primeiro Comando Capital (PCC), os suspeitos passaram, nesta quarta-feira (05), pelo procedimento de coleta de material genético. Todos os 23 homens detidos no Presídio do Agreste passaram pela coleta, e as nove mulheres que estão no Presídio Santa Luzia, em Maceió, devem ser periciadas em breve. O procedimento foi ordenado pela 17ª Vara Criminal da Capital, que cuida de casos relacionados a Organizações Criminosas, e solicitado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual de Alagoas (MPAL). “O trabalho consiste em coletar células epiteliais da mucosa oral, e transferir para um papel FTA que é levado para o laboratório onde traçamos o perfil genético do preso. Os resultados dessas análises são inseridos na Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG) e poderão serem utilizados para exames de DNA com vestígios coletados em locais de crime ou em vítimas”, explicou Rosana Coutinho, chefe do Laboratório Forense.

A OPERAÇÃO

A Operação Flashback II, de combate a facção criminosa PCC, ocorreu no último dia 28 de julho, em 11 estados. Em Alagoas, a ação que reuniu integrantes da SSP/AL, Ministério da Justiça, Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC) e do Gaeco cumpriu 216 mandados de prisão, busca e apreensão. Na totalidade, as forças integradas cumprem 212 mandados de busca e apreensão, e de prisão, distribuídos em 71 municípios, localizados em quatro regiões brasileiras. O propósito é de desarticular a nova composição da facção que tem base no Mato Grosso do Sul, de onde saem as ordens de justiçamento para todo Brasil. A região Nordeste é a que concentra o maior número de ações da operação, contabilizando oito estados e 179 mandados judiciais expedidos. Alagoas e Ceará ficam em evidência entre os estados. As ações em Alagoas ocorrem em Maceió, que concentra o maior número de alvos - ao todo 73 - e outros 10 municípios, totalizando 98 cumprimentos de mandados judiciais pelos agentes públicos.

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