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ACORDOS PRESERVAM MAIS DE 161 MIL EMPREGOS NO ESTADO

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Acordos celebrados pelo Benefício Emergencial (BEm) do governo federal preservaram cerca de 161,3 mil empregos em Alagoas, entre a primeira semana de abril e a penúltima semana de agosto, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (8), pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio-AL). Por segmento, as empresas que mais utilizaram a MP 936, em Alagoas, foram os setores de Serviços, 92.478 acordos; o Comércio, 48.322; e a Indústria, 15.925 acordos

A Fecomércio de Alagoas é favorável à medida que flexibiliza algumas normas trabalhistas e permite que as empresas se utilizem de alternativas legais a fim de minorar os efeitos econômicos negativos da pandemia - como o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda - que foca na tentativa de preservar o emprego e a renda dos trabalhadores durante esse período de crise.

O comércio vive a expectativa de retomada do crescimento nos próximos meses, quando se aproxima o melhor período de vendas. Sobre a expectativa de reabertura de estabelecimentos afetados pela crise provocada pela pandemia do coronavírus e contratação de pessoal, o presidente da Associação Comercial de Maceió, Kennedy Calheiros diz estar confiante. “Estamos otimistas. Acredito que com certeza haverá contratações, pois as empresas além de terem reduzido os seus quadros de pessoal para enfrentar a pandemia, irão agora passar pela fase do final de ano, que tradicionalmente temos um aumento nas vendas, reforçada inclusive com a nossa campanha do Natal Premiado. Neste período as lojas precisam de reforço e aderem aos contratos temporários”, finaliza Kennedy Calheiros, presidente da Associação Comercial de Maceió. No fim de agosto, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) trouxe dados preocupantes sobre o impacto da pandemia na economia brasileira. Nos estados, mais de 135 mil lojas foram fechadas, 500 mil empregos perdidos entre os meses de abril e junho e 10% do total de lojas deixaram de existir. Em Alagoas, segundo a Associação Comercial, os números não são exatos e ainda serão fechados.

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