Cidades
Atendimento na PF passa por triagem
A maioria das pessoas que se dirigiram ontem à sede da Polícia Federal em Alagoas para algum tipo de serviço e até para visitas a custodiados perdeu a viagem. As exceções ficaram por conta da avaliação do Comando de Greve que liberava ou não o atendimento, observadas a urgência ou a peculiaridade da situação. Foi o caso de um casal de noruegueses que veio do seu país só para visitar o filho, que está detido após ter se metido em uma briga, em Maragogi, e ser constatada que a sua situação jurídica do Brasil está irregular. A família foi informada da prisão do jovem por telefone e veio tentar resolver o problema. Ficou desesperada ao saber, em princípio, que não poderia sequer visitá-lo. O comando de greve avaliou a situação e autorizou que fossem realizados os procedimentos de rotina para que a visita fosse feita. Assim também foi o caso de Maria Aparecida de Jesus Silva, que veio de Aracaju ao ser informada que o filho estava detido desde a última sexta-feira. Ela sequer sabia os motivos da prisão. ?Tivemos que abrir algumas concessões para pessoas que vieram de longe. Afinal, o nosso movimento não é contra a sociedade?, esclarece Inaldo Medeiros.