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Casal admite n�o haver�solu��o a curto prazo

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O drama dos m oradores do Conjunto Joaquim Leão, no Vergel do Lago, que sofrem com a deficiência no abastecimento de água, não vai ser resolvido em curto prazo. De acordo com o diretor de Operações da Companhia de Abastecimento e Saneamento de Alagoas (Casal), Wallace Padilha, problemas estruturais e geográficos são a causa dos transtornos enfrentados pela comunidade. ?O fato de o conjunto estar situado num ponto extremo da cidade, associado à deficiência na produção de água e à obstrução da tubulação, contribui para a falta de água no Joaquim Leão e em outros bairros da capital?, explica Padilha. Para reverter a situação, ele disse que a Casal já realizou um estudo para substituir as tubulações mais antigas da capital. O levantamento mostra que, em Maceió, 70 km da rede são de ferro e precisam ser substituídos devido à oxidação e obstrução pela ferrugem. Para realizar as obras, são necessários R$ 10 milhões. Parte dos recursos estão sendo pleiteados junto à Secretaria de Infra-estrutura do Estado e a outra parte sairá dos próprios cofres da Companhia. A conclusão das obras do Sistema Pratagy é outra solução apontada para o problema. Como exemplo, Wallace Padilha citou a troca da tubulação no cruzamento das avenidas Menino Marcelo, Muniz Falcão e Bom Destino, no Barro Duro. Após a obra, que deve terminar em meados de janeiro, a estação elevatória do Reginaldo receberá água diretamente da adutora do Pratagy, do Benedito Bentes. Assim, os poços que antes a abasteciam poderão atender áreas mais carentes. Enquanto o dinheiro não é liberado, a Casal vai realizando a troca das tubulações por conta própria. Mas como os recursos não são abundantes, as obras ocorrem a conta-gotas.

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