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Macei� ter� US$ 100 mil para combater verminoses

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A Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (Ufal), através da Fundepes, e com apoio da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), vai executar um projeto de pesquisa e tratamento de geohelmintoses (verminoses) na população residente nas áreas endêmicas para filariose linfática em Maceió, que compreende o Vale do Reginaldo, no Feitosa. Liberação Em visita a Maceió, esta semana, o ecólogo regional Steven K. Ault, coordenador de Prevenção e Controle das Doenças Transmissíveis da Opas e Organização Mundial de Saúde (OMS) informou ao secretário municipal de Saúde em exercício, Paulo Sérgio Moreira, que já está autorizada a liberação de 100 mil dólares para a execução do projeto. Exames parasitológicos para pesquisa de enteroparasitos e geohelmintos em 1.116 indivíduos moradores das áreas endêmicas mostram que 57,1% apresentam algum tipo de parasito intestinal ou esquistossomose mansônica. Dentre os indivíduos examinados, alguns se encontram com níveis muito altos de carga parasitária. No caso do Ascaris lumbricóides foram encontrados 12 indivíduos com 50.000 a 100.000 opg (ovos por grama de fezes); quatro indivíduos com 100.000 a 200.000 opg e quatro pessoas com carga parasitária acima de 200.000 opg. Segundo Steven Ault, a experiência bem-sucedida do Programa de Eliminação da Filariose Linfática em Maceió desenvolvido pela prefeitura e a Ufal foi fundamental para a aprovação do projeto de geohelmintos. Maceió conseguiu reduzir a prevalência da filariose linfática de 5,8% para 0,01%.

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