Consummo
VENDAS NA BLACK FRIDAY REGISTRAM ALTA DE 15%, DIZ ALIANÇA
Durante o dia de promoções, a movimentação foi melhor do que esperavam os lojistas do Centro de Maceió, informa entidade
Em Maceió, houve um incremento nas vendas de cerca de 15% em relação ao ano passado na última sexta-feira (27), dia da Black Friday. A avaliação é do presidente da Aliança Comercial de Maceió, empresário Guido Júnior. Mas até o comércio recuperar os quase três meses fechado por causa da pandemia, isso deve demorar um tempo.
Durante o dia de promoções, a movimentação foi melhor do que esperavam os lojistas do Centro de Maceió, onde há por volta de 650 pontos comerciais que geram mais de 7 mil empregos. "Foi acima do esperado. A maioria dos lojistas que eu conversei diz que conseguiu vender mais. Acho que isso se deve ao fato de que muita gente ficou em casa, não saiu durante a pandemia e economizou para comprar agora", avalia o empresário Guido Júnior.
Segundo o presidente da Aliança Comercial, os lojistas têm uma expectativa de boas vendas no fim do ano. "Esperamos aumentar o faturamento em relação ao ano passado, até porque ficamos quase três meses fechados", conclui Guido, mas ressaltando que apesar da ajuda financeira do governo federal e da antecipação do décimo terceiro, o aumento do dólar complicou a vida dos lojistas, ocasionando no aumento de preços e produtos.
Como a Gazeta de Alagoas mostrou, centenas de pessoas formaram filas em lojas do Centro de Maceió, durante a manhã da sexta-feira (27). A alta procura, no entanto, começou ainda na véspera da Black Friday. As filas maiores foram registradas nas lojas de eletrodomésticos, que ofereceram descontos entre 30% e 80%. Nestes locais, a maior procura foi por televisores. Amara Maria, de 65 anos, garantiu a sua tão sonhada TV. A idosa chegou ao Centro, às 5h30, acompanhada por uma amiga. "Estava louca por este aparelho e, hoje, conseguir comprar. O valor estava bom, porém tive que parcelar, então ficou um pouco mais caro. Mas, valeu a pena. Vou fazer um cinema dentro do meu quarto", brincou a idosa. Enquanto as lojas de eletrodomésticos registraram grande movimento, as de roupas e calçados não atraíram muita gente. Boa parte queria mesmo garantir a mobília de casa.