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ESCOLAS PARTICULARES SUSPENDEM AULAS APÓS CASOS SUSPEITOS

Em pelo menos três estabelecimentos, alunos apresentaram sintomas compatíveis com a Covid

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Imagem ilustrativa da imagem ESCOLAS PARTICULARES SUSPENDEM AULAS APÓS CASOS SUSPEITOS
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A informação sobre a ocorrência de casos suspeitos de Covid entre alunos de escolas da rede privada de Maceió levou o Sindicato dos Professores do Estado de Alagoas (Sinpro/AL) a procurar a entidade que representa as unidades de ensino e o Ministério Público do Trabalho (MPT). Formalmente, três escolas anunciaram que suspenderão as aulas presenciais em turmas onde foram detectados casos suspeitos de Covid. “Ao saber sobre esses casos, comuniquei à presidência do sindicato das escolas e ao procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho, Rafael Gazzaneo. Os professores estão apreensivos com essa situação. Soubemos de algumas escolas continuam com aglomeração absurda”, explica Eduardo Vasconcelos, presidente do Sinpro/AL.

Segundo Vasconcelos, se houver aumento do número de casos suspeitos de Covid nas escolas, irá procurar o secretário de Saúde de Alagoas, Alexandre Ayres, para pedir providências. “Têm escolas que não estão seguindo os protocolos sanitários, mas algumas estão e por causa dessas que não estão seguindo podem ter que fechar novamente”, afirma o presidente da entidade.

“Identificamos, no dia de hoje, que um dos nossos alunos do 6º ano teve contato com um dos seus familiares que teve a confirmação hoje de Covid-19. Os responsáveis nos informaram hoje sobre o ocorrido. Diante desse cenário e, de acordo com as medidas indicadas pelas autoridades sanitárias, e seguindo os nossos Protocolos validados pela Consultoria do Einstein. Para tanto, a Escola SEB irá suspender a vinda dessa turma (6º ano – 2M – Grupo A), a partir de hoje, por 14 dias”, diz trecho da nota emitida pelo colégio SEB Maceió na quinta-feira (4). Já o Colégio Santa Úrsula declarou que um dos alunos – do segundo ano do Ensino Médio - apresentou sintomas compatíveis com a Covid, que aguarda confirmação sobre o caso e que suspendeu as aulas presenciais da turma, que passará estudar remotamente até o dia 12 de fevereiro. “Essa medida se faz necessária, pois estamos em meio a uma pandemia de covid e os cuidados continuarão rigorosamente tomados a fim de protegermos toda a nossa comunidade escolar”, informou a unidade de ensino.

SINTEAL COBRA TESTAGEM E VACINAÇÃO

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Em nota, o Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal) reforçou que volta às aulas somente deveria ocorrer com a testagem e vacinação em massa. “Neste mês de fevereiro, três escolas particulares e uma escola da rede pública estadual de Campinas, em São Paulo, registraram um aumento expressivo no número de casos de covid-19 - logo depois do reinício das aulas presenciais, decretado pelos gestores públicos -, que atingiu, indiscriminadamente, diretores, professores, funcionários e alunos. No mundo todo, as notícias são iguais e preocupantes: o aumento expressivo de casos devido à volta presencial às aulas”, declara a entidade.

“Mesmo com as escolas, no Brasil, informando que adotam (ou adotarão) todas as medidas de segurança (distanciamento social, uso de máscara, álcool em gel e desinfecção diária), os casos de contaminação continuam crescendo em larga escala. Desde o ano passado, Sinteal e CNTE se posicionam firmemente contrários a volta às aulas presenciais caso não haja, antes, uma maciça campanha governamental de testagem e vacinação em massa, que englobe toda a comunidade escolar: magistério e demais profissionais da educação e estudantes”, finaliza.

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