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AL É O ESTADO DO NORDESTE COM MENOR TAXA DE CASOS E DE ÓBITOS POR COVID

Estado registra incidência de 3.724,4 infectados e 85,8 mortes; total de casos supera 125 mil

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Imagem ilustrativa da imagem AL É O ESTADO DO NORDESTE COM MENOR TAXA DE CASOS E DE ÓBITOS POR COVID
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Apesar do aumento no número de casos da Covid-19 nas semanas anteriores, Alagoas é o estado do Nordeste que menos registrou casos e óbitos por grupo de 100 mil habitantes, segundo dados do Painel Coronavírus, do Ministério da Saúde. De acordo com o MS, Alagoas é o último do ranking no número total de casos e óbitos. Além disso, apresenta incidência de 3.724,4 e mortalidade de 85,8. Acima dele está o estado de Sergipe com 145.029 casos e 2.876 mortes, com taxa de mortalidade de 125,1 para cada 100 mil habitantes. No topo da lista está o estado da Bahia, com 629.849 casos e 10.735 óbitos; Ceará com 393.650 e 10.822; Pernambuco com 280.528 e 10.662; Maranhão com 212.874 e 4.850; seguido da Paraíba com 204.584 e 4.242; Piauí com 165.857 e 3.182; Rio Grande do Norte com 148.598 e 3.404.

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO

Nessa segunda-feira, Alagoas registrou mais oito mortes e 749 novos casos de Covid-19. Com isso, o Estado chegou a 125.044 casos confirmados do novo coronavírus e 2.873 mortes. Das pessoas diagnosticadas, 119.550 e outras 2.238 estão em isolamento domiciliar. Há, ainda, 7.734 casos em investigação laboratorial.

Dos óbitos registrados nas últimas 24 horas, três vítimas eram da capital alagoana e cinco do interior do Estado. As vítimas de Maceió eram três homens de 63, 67 e 80 anos. O homem de 63 anos era imunossuprimido, havia sofrido um Acidente Vascular Encefálico (AVE) e morreu no Hospital da Mulher (HM), em Maceió; o homem de 67 anos era hipertenso, tinha Parkinson e morreu no Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió; e o homem de 80 anos era diabético, tinha doença cardíaca crônica e morreu no Hospital da Mulher (HM), em Maceió.

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Em relação às vítimas que residiam no interior do Estado, eram três homens de 68, 92 e 94 anos e duas mulheres de 63 e 70 anos. O homem de 68 anos, morava em Murici, tinha câncer de esôfago e morreu no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió; o homem de 92 anos, residia em São Miguel dos Campos, tinha hipertensão, era ex-tabagista e morreu no Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió; o homem de 94 anos, morava em Canapi, era imunossuprimido e morreu no Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca; a mulher de 63 anos, residia em Maragogi, era hipertensa e morreu no Hospital da Mulher (HM), em Maceió; e a mulher de 70 anos, morava em Campo Alegre, era hipertensa, tinha insuficiência renal crônica e morreu no Hospital de Emergência do Agreste (HEA), em Arapiraca. Dos 2.865 óbitos de pessoas residentes em Alagoas, 1.597 eram do sexo masculino e 1.268 do sexo feminino. Eram 1.293 pessoas que residiam em Maceió e as outras 1.572 moravam no interior do Estado, segundo o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs), da Sesau.

VACINAÇÃO EM AL

Assim como ocorreu com os estados do Rio de Janeiro e São Paulo, a preocupação é que, com a falta de vacinas, as campanhas sejam suspensas também em Alagoas. Procurada, a assessoria da Sesau limitou-se a dizer que “a vacinação está ocorrendo e o grupo prioritário neste momento é a vacinação de idosos de 83 e 84 anos. Também já está sendo aplicada a segunda dose nos profissionais de saúde”. No entanto, não confirmou se o Estado corre ou não o risco de ficar sem doses do imunizantes para avançar à próxima fase. Passado quase um mês da primeira pessoa vacinada contra a Covid-19 em Alagoas, o estado conseguiu imunizar, até o momento, 2,29% da população, ou seja, 76.743 pessoas com a primeira dose e 2.822 a segunda. O total de doses enviadas pelo Ministério da Saúde foi de 162.660 imunizantes a CoronaVac e AztraZeneca AstraZeneca. Na semana passada, a segunda dose começou a ser aplicada nos profissionais da saúde que trabalham na linha de frente. A campanha foi paralisada na rede estadual por causa do carnaval e retornará na quinta-feira (18). Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), a suspensão compreende apenas as unidades estaduais, como Hospital Geral do Estado (HGE), Hospital Metropolitano e Hospital da Mulher. A vacinação de idosos a partir de 83 anos e de profissionais da rede municipal de saúde segue cronograma definido pelas prefeituras de cada município. O Ministério da Saúde afirmou já ter “garantido” 354 milhões de doses, por meio dos acordos com a Fiocruz (212,4 milhões de doses), Butantan (100 milhões de doses) e Covax Facility (42,5 milhões de doses). O órgão não apresentou, no entanto, um calendário de entrega dessas doses. A pasta disse ainda que “firmou memorandos de entendimento” com as fabricantes Pfizer, Jansen, Sinopharm, Bharat e Gamaleya. Ao todo, foram distribuídas no Brasil quase 12 milhões de doses das duas vacinas aprovadas: a CoronaVac e a Oxford/AstraZeneca. Até a semana passada, o Butantan havia liberado para o país 9,8 milhões de doses em três remessas e o Ministério da Saúde distribuiu 2 milhões de doses do imunizante de Oxford/AstraZeneca no fim de janeiro. O Instituto Butantan ficou quase 20 dias sem produzir a vacina por falta dos insumos que vêm da China. Contudo, com a produção retomada no dia 4 de fevereiro, a produção não irá mais parar e a distribuição ao Ministério da Saúde deverá ser retomada no dia 23 de fevereiro.

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