Cidades
GAZETA DE ALAGOAS 87 ANOS NA VANGUARDA DO BOM JORNALISMO
Na versão digital ou na impressa, jornal mantém compromisso com a boa informação
Enquanto o mundo parou diante de um inimigo invisível e letal, a Gazeta de Alagoas permaneceu firme e forte na missão de informar. Nestes tempos sombrios, é nas páginas do periódico na versão digital ou impressa no papel que a sociedade alagoana toma conhecimento da realidade dos fatos e se afasta dos boatos, tão comum na era da pós-verdade. E este é mais um desafio enfrentado pelo veículo de comunicação impressa mais antigo do Estado, que comemora 87 anos.
Ao longo deste tempo, a Gazeta jamais deixou os seus leitores órfãos, mesmo diante de crises que afetaram a população. A Gazeta não parou um dia sequer nesta pandemia, está sendo partícipe da história, narrando um cenário cruel que nunca será esquecido. Também preserva o caminho de inovação, que resulta em um veículo conectado com o tempo atual.
Seja no uso de novas tecnologias dentro do próprio impresso, seja no armazenamento de seus arquivos fotográficos na internet, a busca por novas formas de levar a notícia ao leitor sempre está no roteiro das inovações. O mais legal disso tudo é que a Gazeta não perdeu a gana pela qualidade das publicações e, consequentemente, mantém o respeito da sociedade, sendo lembrada como um importante canal de informações para os alagoanos.
Líder na preferência dos alagoanos, sendo reconhecida como uma marca sólida no jornalismo nacional e no mercado publicitário, a filha primogênita da Organização Arnon de Mello, tem inúmeros motivos para celebrar.
Na palma da mão, o assinante pode folhear as páginas da versão digital e ficar por dentro do que melhor a Gazeta sabe fazer: informar. Isso pode ser feito na hora que o leitor preferir. Basta ter um celular, um tablet ou computador.
Aos fins de semana, além da edição digital especial, o jornal continua impresso e distribuído nas residências dos assinantes e em pontos de venda estratégicos.
“A Gazeta tem procurado constantemente se reinventar. O desafio dos últimos anos é atender a um leitor cada vez mais exigente, que nasceu nas décadas de 1990 e 2000 e se acostumou à era digital. Muitos já se tornaram ou estão se tornando adultos e começaram a consumir produtos jornalísticos. Trata-se de uma nova geração que cresceu em meio à ascensão da internet e é muito adepta ao uso de smartphones, tablets e outros dispositivos móveis”, analisa o editor-geral da GA, Claudemir Araújo.
Segundo ele, o maior desafio é acompanhar essa evolução, aliando a mídia tradicional a essa tecnologia da informática. “Continuamos abrindo nosso conteúdo para os diversos mecanismos utilizados por essa nova geração de leitores, disponibilizando em nosso site digital recursos como QR Code e galerias de vídeos, imagens e áudios, que complementam os textos e ilustrações. Por outro lado, ampliamos a disponibilização do material junto às mídias sociais, fazendo com que a notícia chegue mais rapidamente ao conhecimento de todos, ao tempo que oferecemos um jornalismo digital e impresso mais apurado, investigativo, diversificado”.
Para Claudemir Araújo, os 87 anos avalizam a Gazeta de Alagoas como patrimônio do jornalismo alagoano. “Mas nossa história não se limita simplesmente a uma sobrevivência em meio aos grandes desafios enfrentados ao longo dos anos. A Gazeta foi muito além disso: criou, investiu, empreendeu, se inovou, andou sempre à frente de seus tempos, um trabalho de excelência que tem a marca do saudoso senador Arnon de Mello. Nunca se dobrou diante das intempéries. Pelo contrário, segue em frente, encarando com tenacidade todos os obstáculos, sejam eles de ordem econômica seja política.
Ele destaca que a Gazeta sustenta, ao longo de todos estes anos, uma forma de fazer jornalismo que a diferencia no mercado, sempre com seriedade, indo fundo em busca dos fatos, investigando e procurando ouvir todos os lados da notícia. “O nosso impresso virou uma referência para todos aqueles que querem alcançar um patamar de respeito nesta profissão. Que o digam, por exemplo, os nossos estagiários, que entram na redação como estudantes e, via de regra, saem dela prontos para o mercado de trabalho”.