Cidades
SETOR DE LOCAÇÃO DE VEÍCULOS CRESCE 110% EM AL
No início da pandemia, segundo o presidente de Associação, Lusirlei Albertini, setor registrou queda nas locações
O setor de locação de veículos registra um crescimento de 110%, em fevereiro, de acordo com a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis em Alagoas(ABLA). No início da pandemia, o setor foi um dos mais afetados, com 0% de movimentação de mercado.
“Com a flexibilização da quarentena, os números cresceram surpreendentemente rápido e isso mantêm os locadores esperançosos. Se a vacinação continuar, e o estado conseguir controlar o quadro de infecções e mortes por Covid-19, sem um possível lockdown, a situação só tende a melhorar”, defende o presidente da Associação, Lusirlei Albertini.
A paralisação dos setores da economia alagoana considerados não essenciais, imposta pelo decreto estadual como forma de parar o contágio do coronavírus, continua afetando diversos segmentos econômicos do estado. No mês de julho de 2020, a redução no setor de turismo, que foi o mais afetado, foi em torno de 80%.
“No setor de aluguel de veículos, para motoristas de aplicativo, a diminuição chegou a 60%. Durante a pandemia, o prejuízo geral foi de 30% a 35%”, conta Albertini.
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Ele explica, ainda, que se na locadora, o negócio for bem distribuído em locações corporativas e eventuais, o prejuízo seria na faixa de 30%. “Porém, se a locadora só possui locações eventuais, a situação foi bem mais complicada, chegando a um prejuízo na faixa dos 90%”. O mercado de locação, conforme o presidente da Associação, atualmente, não está ruim e tende a permanecer positivo, já que o valor dos alugueis não acompanhou a alta do mercado de compra de veículos, tornado o aluguel mais atrativo para o publico.
“O setor que mais tem crescido é o de motoristas de aplicativo, e que o setor de turismo ainda não conseguiu se recuperar”.
Só que a principal dificuldade que o setor tem enfrentado, ainda conforme o relato de Lusirlei Albertini, é na troca de veículos, por isso, “para driblar essa questão, estamos esticando o prazo de troca que, antes era de 12 a 24 meses, para 30 meses, e tem tentado cada vez mais se reinventar para sobreviver nesse novo cenário”.
*Sob a supervisão da editoria