loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6283
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Salários

SERVIDORES DE UNIDADES EM MACEIÓ PARALISAM ATIVIDADES

.

Ouvir
Compartilhar
Servidores paralisam atividades reivindicando a normalização do pagamento pelo município, que está em atraso
Servidores paralisam atividades reivindicando a normalização do pagamento pelo município, que está em atraso -

Servidores das quatro Unidades de Referência em Síndrome Gripal (URSGs) da capital paralisaram as atividades, na tarde de terça-feira (16), reivindicando a normalização do pagamento pelo município, que está em atraso. Na manhã desta quarta-feira (17), alguns pacientes receberam atendimento, uma vez que os médicos das unidades ainda estavam em deliberação para aderir. Os casos graves, porém, serão atendidos, enquanto os demais, encaminhados para outras instituições. Neri Barros, servidora da Unidade Maria da Conceição Fonseca Paranhos, no bairro de Jacarecica, conta que a demora no pagamento está sendo recorrente. “No mês passado, recebemos com 17 dias de atraso. Agora, os médicos decidiram parar, e, desse modo, todos os outros servidores também. Não podemos ficar nessa situação”, explica. Os pacientes que ainda se dirigirem para uma das URSG da cidade - Unidade Jorge Duarte Quintela Cavalcante (Graciliano Ramos), a Walter de Moura Lima (Santa Amélia), a Novo Mundo e a Maria da Conceição Fonseca Paranhos (Jacarecica) - ainda podem ser avaliados e, uma vez que seja identificado um caso com gravidade, haverá atendimento. Para os testes RT-PCR, os pacientes estão sendo encaminhados para o Centro de Triagem, no Sesi, no Trapiche da Barra. Ainda segundo a servidora, não houve nenhuma previsão para normalização dos repasses, feitos pelo Município. “A Secretaria Municipal de Saúde [SMS] só diz que está sendo processado, mas não nos deu nenhuma previsão”, salienta a servidora. Neri afirma que a paralisação seguirá até a normalização da situação. Desde a criação das Unidades de Referência, em maio do ano passado, a recomendação é que os usuários procurem as unidades já nos primeiros sintomas, para um tratamento precoce. Esses atendimentos chegaram, inclusive, a triplicar com o aumento dos casos, em dezembro de 2020. Em nota emitida ontem, a SMS informou que, devido à situação financeira do Município, vários contratos estão passando por auditoria, mas que os pagamentos dos profissionais já está sendo processado, e a questão deve ser estabilizada em breve.

* Sob supervisão da editoria de Cidades.

Relacionadas