loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Cidades

Cidades

Lot�ricos n�o temem disputa pelo mercado

Ouvir
Compartilhar

O vice-presidente do Sindicato dos Lotéricos, Luciano Sarmento, diz que, no início, a expansão dos chamados correspondentes bancários chegou até a incomodar. Mas garante que hoje essa concorrência já foi superada. ?Temos a credibilidade da Caixa Econômica Federal?, resume Sarmento. Segundo ele, as loterias oferecem uma segurança maior, pois trabalham com sistema via rádio, que garante a confirmação do pagamento das contas com muita rapidez. Luciano Sarmento destaca que, em alguns estados, houve problemas com pagamento de contas em alguns correspondentes bancários operados por redes como a Multibank. Essas redes operariam como uma espécie de despachantes do bancos. Ou seja, só após o envio dos boletos recebidos por essas redes aos bancos é que o pagamento está confirmado. Esses e outros motivos, na avaliação de Sarmento, está resultando no fechamento de algumas lojas dessa rede. O vice-presidente do Sindicato dos Lotéricos assegura que a tendência é de crescimento no recebimento de contas pelas loterias. Hoje, as 113 loterias do Estado recebem R$ 1 milhão em pagamento de contas. E a previsão é de que este ano possa atingir entre R$ 1,5 milhão a R$ 2 milhões. ?Acho difícil que essa rede de pagamento de contas tenha uma loja que receba mais de 10 mil contas?. O lotérico salienta que as primeiras instituições a operarem com o recebimento de contas foram as loterias e as agências dos Correios. ?Hoje, o número de loterias no Brasil só perde para as agências dos Correios, que também dispõem de grande credibilidade?. Sarmento ressalta que o fato de as loterias passarem a receber pagamento de contas de outros bancos não vai significar mais riscos de assaltos, devido à operação de grandes somas em dinheiro. ?A rotatividade nas loterias é muito grande, pois hoje efetuamos o pagamento dos programas sociais do governo, como o bolsa-escola?, explica. ?Por isso, o dinheiro que entra sai logo e, às vezes, é preciso até pedir mais ao banco?, observa.

Relacionadas