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Cidades

CEF amplia servi�os banc�rios para n�o perder a clientela

O crescimento das redes de serviços bancários, no entanto, está incomodando um outro segmento que também depende da clientela que paga contas: as loterias. O consultor de loterias da Caixa Econômica Federal, Francisco Nunes Ferreira, admite que a concor

Por | Edição do dia 08/02/2004 - Matéria atualizada em 08/02/2004 às 00h00

O crescimento das redes de serviços bancários, no entanto, está incomodando um outro segmento que também depende da clientela que paga contas: as loterias. O consultor de loterias da Caixa Econômica Federal, Francisco Nunes Ferreira, admite que a concorrência foi um dos motivos que levou à Caixa a autorizar, a partir desta semana, o recebimento de boletos de outros bancos nas loterias, limitado ao valor de R$ 150. Segundo ele, essa era uma antiga reivindicação dos donos de loterias, mas que sofria algumas restrições da Caixa por motivos de segurança. Segundo ele, havia antes uma preocupação da Caixa, por motivos de segurança que as loterias ficassem em caixa com grandes valores. Além de autorizar o recebimento dos boletos de outros bancos, a Caixa também está firmando uma parceria com o Banco do Brasil. Eles poderão efetuar saques até R$ 1 mil nas loterias. O projeto piloto está funcionando em Curitiba e Brasília. Em todo o Estado são 113 loterias e o pagamento de contas representa 30% da arrecadação delas. Francisco Nunes salienta, no entanto, que a oferta de jogos é o principal diferencial dos serviços oferecidos pelas loterias. No ano passado, as loterias brasileiras arrecadaram quase R$ 3 bilhões. Em termos de pagamento de contas houve um crescimento de 9,49%, enquanto no de jogos foi o dobro: 18%. A Caixa também está expandindo suas redes de correspondentes bancários. Hoje, são 37 em todo o Estado e mais 50 deverão ser abertos em Maceió, na periferia, em parceria com os supermercados. Os correspondentes bancários funcionam como uma espécie de agência bancária, nos locais onde elas não existem, sempre em estabelecimentos que comercializam alimentos.

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