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Sindprev teme introdu��o de doen�as pelo Porto de Macei�

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A presidente do Sindicato dos Previdênciários (Sindprev), em Alagoas, Idailsa Beirão, informou que a liminar expedida pela Justiça e que autoriza as embarcações atracarem no Porto sem inspeção pelos técnicos da Anvisa acabou gerando um impasse; e alerta para o risco de proliferação de doenças contagiosas, principalmente porque os navios que estão aguardando para atracar no porto são provenientes de regiões com registro de epidemias. ?A liminar acabou gerando um impasse já que os navios só podem atracar no porto depois da vistoria dos funcionários da Anvisa?, disse ela, declarando que a liminar foi solicitada pelo Sindicato das Agências de Navegação Marítima e de Operadores Portuários de Alagoas. Idailsa Beirão declarou ainda que os navios que estão à espera para atracar no Porto de Maceió são procedentes de regiões onde há risco de epidemia, sendo prioritária a realização da fiscalização da Anvisa para a liberação da Livre Prática. Ela informou ainda que no acordo efetuado pelo comando de greve da categoria, a fiscalização só pode ser efetuada pelos funcionários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária em caso de navios para a descarga de combustíveis e ou de medicamentos. O Sindprev está entrando com uma ação na Justiça na tentativa de derrubar a liminar. ?Quando a primeira liminar foi concedida, quatro navios chegaram a atracar ainda no Porto de Maceió para carregar. Essa ação foi o risco já que as embarcações não foram fiscalizadas pelos servidores da Anvisa para receber o certificado da Livre Prática?, destacou a líder sindical. Os grevistas estão com as atividades paralisadas há duas semanas, com o movimento tendo sido deflagrado após a criação de uma Medida Provisória que criou a carreira na Anvisa e que não enquadra os atuais servidores da Agência. ?De acordo com a Medida, seria efetuado concurso público para o preenchimento de vagas e os atuais servidores seriam devolvidos aos seus órgãos de origem?, frisou ela, lembrando que a maioria dos servidores pertence ao INPS que foi extinto. ?Para onde eles vão??, finalizou a líder sindical.

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