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Lix�o ser� implantado entre Guaxuma e Gar�a Torta

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Depois da análise de 14 áreas de Maceió e dos municípios de Coqueiro Seco, Santa Luzia do Norte, Rio Largo, Marechal Deodoro e Satuba, os técnicos da Ufal e da Superintendência de Limpeza Urbana (Slum) chegaram a uma definição sobre o local para a implantação do aterro sanitário de Maceió. A área fica em um trecho de tabuleiro costeiro entre Guaxuma e Garça Torta e foi definida pela viabilidade técnica e econômica. Outras duas áreas no Pólo Cloroquímico e Cachoeira do Meirim foram selecionadas, mas como são distantes dos dois principais pólos de produção e coleta de lixo de Maceió: Tabuleiro do Martins e Ponta Verde foram praticamente descartados pelos técnicos da Ufal e da Prefeitura de Maceió. O anúncio foi feito ontem pela superintendente da (Slum), Rosa Tenório, e a coordenadora da equipe da Ufal, Nélia Calado, durante audiência com conselheiros do Conselho Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Compram), que concederam a licença prévia para a construção do aterro sanitário. Segundo Rosa Tenório, apesar da definição sobre o local do aterro sanitário de Maceió ainda haverá audiências públicas com a participação da população e entidades ligadas ao meio ambiente. Rosa Tenório antecipou que a construção do primeiro aterro sanitário de Maceió vai ser iniciado na gestão do próximo prefeito de Maceió. Ela lembrou que a escolha do local é apenas uma etapa do projeto, que somente vai ser concluído com a liberação de recursos do Governo Federal e instituições financeiras internacionais, como o BID e Bird. ?A definição do local é apenas mais uma etapa, pois é preciso deixar bem claro que a Prefeitura de Maceió não tem recursos para concluir o projeto sozinha. Como não haverá tempo para que a atual administração municipal conclua o aterro sanitário, vai ser necessário que o próximo prefeito mantenha o projeto como prioridade e consiga recursos do governo federal e de instituições financeiras internacionais?, esclareceu Rosa Tenório. (GF)

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