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Cidades Vacinação nos municípios alagoanos é tema de debate na Associação dos Municípios de Alagoas

PRESIDENTE DA AMA PEDE QUE MUNICÍPIOS CUMPRAM PACTO DE VACINAÇÃO EM ALAGOAS

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Por Maurício Cavalcante | Edição do dia 18/05/2021 - Matéria atualizada em 18/05/2021 às 04h00

Durante a reunião da Comissão de Saúde da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), realizada nesta segunda-feira (17), o presidente Hugo Wanderley pediu para que fosse comprida a pactuação do calendário de vacinação feita entre os municípios, com a orientação dos secretários de Saúde, Alexandre Ayres, e do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems/AL), Rodrigo Buarque. “É importante que os municípios avancem de maneira conjunta e paritária, sem disputa regional”, disse Ayres.

De acordo com o presidente da associação, todos os integrantes da Comissão de Saúde concordam em cumprir o plano, cabendo à Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) encontrar formas de notificar a quem descumprir o planejamento. Hugo Wanderley também chamou atenção da Secretaria para a necessidade do ciclo da segunda dose da CoronaVac, para evitar desequilíbrio nas cidades. O Cosems está avaliando a situação para apresentar à Secretaria de Saúde e para que os municípios possam vacinar a população o quanto antes. Com relação à vacina da Pfizer, as doses da segunda remessa que foram para Maceió e Arapiraca estão sendo direcionadas para profissionais da educação básica e superior, tendo em vista a resolução do Ministério da Saúde que suspendeu a vacinação para grávidas sem comorbidades.

O superintendente de Vigilância da Saúde, Herbert Charles, disse que o Ministério está iniciando a discussão para a possibilidade de capilaridade nas cidades que ficam a 150 km da capital. Hugo Wanderley também defende o início de um treinamento intenso com as equipes e avaliação da estrutura, tendo em vista a diferença de manuseio dessa vacina.

O prefeito de Quebrangulo, Marcelo Lima, considera que é importante estruturar novos polos de armazenamento para diminuir os percursos, pois a logística é importante para não causar instabilidade entre a população dos municípios. Ele acredita também que o Ministério da Saúde deve direcionar futuras remessas a localidades já preparadas de acordo com o que preconiza a OMS.

Na reunião semanal de avaliação, o superintendente Herbert Charles também comunicou que as últimas remessas da Astrazeneca estão sendo reservadas para a segunda dose até julho. Segundo a Fiocruz, o Ministério oficializou que só após chegada do IFA, insumo para a fabricação que atualmente está atrasado, é que haverá regularização.

Os municípios vão fazer um novo levantamento dos próximos grupos, como guardas municipais e agentes de limpeza, para que o Cosems possa discutir a possibilidade de inclusão deles, que têm número reduzido, nas novas fases do plano nacional que inclui trabalhadores da educação básica e superior. O presidente da AMA também pediu à Sesau para avaliar a demanda reprimida de cirurgias eletivas e outros procedimentos para que possam ser reabertos, caso haja leitos disponíveis na rede pública.

* Sob supervisão da editoria de Cidades.

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