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PFIZER: AL SEGUIRÁ MINISTÉRIO SOBRE REDUÇÃO NO INTERVALO DE DOSES

MS deverá fixar prazo de 21 dias para aplicação da segunda dose do imunizante

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(FILES) In this file photo taken on February 22, 2021 a paramedic with Israel's Magen David Adom medical services displays a vial of the Pfizer-BioNTech COVID-19 vaccine at an IKEA branch in the Israeli city of Beit Shemesh. - The Brazilian Health Regulatory Agency approved US laboratory Pfizer's vaccine against Covid-19 for widespread use on February 23, 2021, even though the immunizer is still not available in the country. (Photo by AHMAD GHARABLI / AFP)
(FILES) In this file photo taken on February 22, 2021 a paramedic with Israel's Magen David Adom medical services displays a vial of the Pfizer-BioNTech COVID-19 vaccine at an IKEA branch in the Israeli city of Beit Shemesh. - The Brazilian Health Regulatory Agency approved US laboratory Pfizer's vaccine against Covid-19 for widespread use on February 23, 2021, even though the immunizer is still not available in the country. (Photo by AHMAD GHARABLI / AFP) -

A redução no intervalo entre a aplicação de doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19 deve ser seguida em Alagoas. De acordo com a Assessoria de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), assim que o Plano Nacional de Vacinação foi alterado, antecipando a aplicação da segunda dose da Pfizer de 12 semanas para 21 dias, Alagoas seguirá a recomendação.

De acordo com o órgão, Alagoas segue as orientações da Coordenação Nacional do Programa Nacional de Imunização (CGPNI), órgão vinculado ao Ministério da Saúde (MS), que, por sua vez, é guiado por discussões em câmaras técnicas com especialistas da área, que atuam mediante embasamento científico.

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, disse na segunda-feira (26) que a decisão de reduzir o intervalo recomendado da aplicação da segunda dose da Pfizer já é dada como certa e que a pasta avalia apenas qual o momento de orientar a mudança.

Com a medida, o intervalo deve passar de cerca de três meses para 21 dias. “Estamos só estudando para ver qual o melhor ‘timing’ disso, mas que vai diminuir, vai”, afirmou Cruz. Segundo ele, a pasta deve ouvir agora a Pfizer e representantes de secretários de saúde para decidir em que data isso deve ocorrer.

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“Vamos conversar com o laboratório para ver qual o cenário do próximo mês de entrega das doses. Além da questão da epidemia, precisamos verificar o cenário de abastecimento”, disse. Mais tarde nesta terça, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, confirmou a intenção de reduzir o intervalo entre as doses da Pfizer.

O ministro afirmou que inicialmente optou-se por um intervalo mais espaçado, pois havia o desejo de ampliar a aplicação da primeira dose. Com o maior número de doses da Pfizer chegando ao país, foi então possível reduzir esse intervalo para 21 dias, o que está estabelecido na bula da imunização.

Por outro lado, o ministro disse que ainda não é possível reduzir o intervalo da vacina AstraZeneca, atualmente em 90 dias, porque não há “segurança de evidência científica” de que trará maior eficácia no programa de vacinação. Queiroga também afirmou que o ministério começou a trabalhar com a hipótese de reforço de doses. “Já estamos trabalhando com a possibilidade de um reforço, mas ainda não temos evidências científicas de como deve ser feito esse reforço, por isso que eu não me adianto. Mas estamos trabalhando com pesquisas para trazermos essas respostas para a sociedade brasileira”, afirmou. O ministro também disse que “logo, logo”, o brasileiro não vai mais precisar usar máscaras.

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