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ESTADO AGUARDA MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA APLICAR DOSE DE REFORÇO EM IDOSOS

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Maceió, 01 de março de 2021
Idosos sendo vacinados acompanhado dos familiares no papódromo localizado na Av. Sen. Rui Palmeira, Vergel do Lago, em Maceió. Alagoas - Brasil.
Foto:@Ailton Cruz
Maceió, 01 de março de 2021 Idosos sendo vacinados acompanhado dos familiares no papódromo localizado na Av. Sen. Rui Palmeira, Vergel do Lago, em Maceió. Alagoas - Brasil. Foto:@Ailton Cruz -

A Anvisa passou a recomendar o uso da terceira dose, ou dose reforço da CoronaVac para idosos e pessoas com quadros de deficiência imunológica, que receberam as duas doses do imunizante. Com a decisão, Alagoas passa a esperar a atualização do PNI (Plano Nacional de Imunização) pelo Ministério da Saúde para planejar quais serão os próximos grupos a serem vacinados. Em nota, a Assessoria de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) informou que no total, cerca de 2 milhões e 400 mil doses foram aplicadas e dessas, 700 mil doses eram da CoronaVac. Já na Capital, 229.338 doses da vacina (de todas as farmacêuticas) foram aplicadas em idosos a partir dos 60 anos e 1.180 idosos em lares de longa permanência que também receberam a segunda dose, até o fechamento desta matéria, não identificamos quantas doses da vacina do Butantan foram aplicadas nestes grupos.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o planejamento é de que assim que a aplicação da primeira dose para a população maior de 18 anos for finalizada, a Secretaria Municipal de Saúde vai aguardar a oficialização em documento do Ministério da Saúde sobre novos públicos a serem vacinados, incluindo se haverá a necessidade de uma terceira dose ao grupo.

IMUNOCOMPROMETIDOS

“Pondero que, no contexto da variante delta que está circulando no Brasil, uma dose adicional da vacina contra a Covid-19 pode prevenir casos graves em idosos e pessoas com o sistema imunológico comprometido”, analisou a relatora do processo, Meiruze Freitas, responsável pela Segunda Diretoria da Anvisa.

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Dentre os casos de pacientes “imunocomprometidos”, como citado por Meiruze, incluem por exemplo, pacientes oncológicos, portadores do vírus da imunodeficiência humana (HIV), pessoas que fizeram transplante de órgãos e outros pacientes com o sistema imunológico fragilizado, o que o deixa mais suscetível a infecções.

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