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COVID: BAIRROS MAIS POBRES TÊM TAXA DE LETALIDADE MAIOR QUE A MÉDIA

Vergel, Ponta Grossa, Trapiche, Levada, Centro, Prado e Pontal registram índice de 3,72%

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Imagem ilustrativa da imagem COVID: BAIRROS MAIS POBRES TÊM TAXA DE LETALIDADE MAIOR QUE A MÉDIA
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O último boletim epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) mostra que sete bairros de Maceió registram maior taxa de letalidade da Covid-19, que indica em percentual a gravidade da doença. No Vergel do Lago, Ponta Grossa, Trapiche da Barra, Levada, Centro, Prado e Pontal da Barra, 3,72% dos infectados pelo novo coronavírus não resistiram, percentual maior que o da capital, com 3,02%. Nessa região, que integra o 2º distrito sanitário, fica parte das localidades mais pobres da capital. Nesses bairros – que registraram 10,2 mil infectados e 383 óbitos por Covid-19 - residem 109,8 mil pessoas. Em relação à taxa de mortalidade é de 3,49% a cada mil habitantes, segunda maior da capital. De acordo com a boletim da SMS, o segundo distrito sanitário também com taxa preocupante de letalidade é o 3º DS onde ficam os bairros Farol, Pitanguinha, Gruta de Lourdes, Ouro Preto, Santo Amaro, Canaã e Jardim Petrópolis. Nessas localidades, 3,22% das pessoas infectadas morreram. Dados do painel interativo sobre a Covid da Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) revelam que o Benedito Bentes, Cidade Universitária e Jacintinho são os bairros com mais mortes por Covid-19 de Maceió. Concentram, na sequência, 200; 196 e 190 vítimas. Nos dois primeiros há também mais casos confirmados, além do Tabuleiro do Martins. No bairro Cidade Universitária, foram confirmados 7,2 mil casos do novo coronavírus; já no Benedito Bentes são 6,9 mil e Tabuleiro 5,4 mil. “Até a Semana Epidemiológica 33ª, ocorreram 90,9 mil casos confirmados para a Covid-19, sendo 2,7 mil óbitos de residentes. A taxa de letalidade para a doença nesse período na capital é de 3,02%”, informa trecho do boletim da SMS. Em relação aos casos confirmados, segundo sexo e faixa etária, são 40,6 mil homens e 50,2 mil mulheres. As idades mais afetadas são de 30 a 39 anos (22,3 mil), seguido de 40 a 49 anos (18,9 mil) e 20 a 29 anos, com 18,4 mil.

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