Justiça
ACUSADO DE MATAR EX-COMPANHEIRA É CONDENADO A MAIS DE 33 ANOS DE PRISÃO
A Justiça de Alagoas condenou, nesta quarta-feira (21), o réu José Luciano da Silva a 33 anos e seis meses de reclusão, por homicídio contra a sua ex-companheira em Maceió. A sentença veio depois do júri popular considerá-lo culpado.
Além do homicídio, o homem também recebeu condenação por tentar matar a filha da vítima. O crime ocorreu em março de 2017, no bairro Tabuleiro dos Martins, na parte alta de Maceió.
No momento do delito, a vítima se deslocava junto com a filha para a Delegacia da Mulher, quando foi abordada pelo suspeito, que efetuou três disparos de arma de fogo em direção a sua ex-companheira. Ao tentar atirar na filha, a munição apresentou falha.
O homem confessou o crime, alegando que teria sido traído e que não aceitava o fim do relacionamento. “O réu agiu com culpabilidade especialmente reprovável, porque premeditou o crime e o executou com extrema frieza, o que demonstra o alto grau de reprovabilidade da conduta”, afirmou o juiz Geraldo Cavalcante Amorim, que presidiu a sessão.
PRISÃO
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Uma mulher de 32 anos acusada de assassinar o próprio filho, de apenas sete anos de idade, foi presa em Alagoas, durante ação realizada por policiais civis da 9ª Delegacia Regional de Viçosa (9ª DRP), comandados pelo delegado Fabrício Nascimento, no município de Maribondo. O crime ocorreu em 2015, na cidade de Camaçari, na Bahia. A acusada foi condenada, em 2017, à pena de 32 anos de prisão, mas desde então estava foragida da Justiça, sendo localizada nesta quarta pelos policiais civis alagoanos. Segundo investigações, a mãe e o seu então companheiro atraíram a criança até um córrego e a afogaram, matando-a por asfixia.
* Sob supervisão da editoria de Cidades.