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Cidades

SAÍDA DA VELEIRO DEIXA USUÁRIOS DESASSISTIDOS

Com saída da empresa Veleiro , usuários pedem substituição de linhas de ônibus suspensas

Por Clariza Santos | Edição do dia 25/11/2021 - Matéria atualizada em 24/11/2021 às 22h22

Com a saída das linhas de ônibus atendidas pela empresa Veleiro, os moradores da região que era atendida pela empresa relatam que, em muitas situações, precisam caminhar 20 minutos até um ponto de ônibus e que só têm direito a uma passagem de integração por dia. É o caso de Andersson Cleiton da Silva Cardoso, de 28 anos, que teve sua rotina modificada há três meses, depois que a empresa deixou de atender os bairros Trapiche, Vergel do Lago, Joaquim Leão e Pontal da Barra, além de conjuntos existentes dentro dessas localidades.

“Moro no Conjunto Virgem dos Pobres. Antes, eu saia de casa por volta das 5h40 e pegava o ônibus na Guarda Municipal, no Joaquim Leão. Agora, preciso sair de casa por volta das 5h30, encontro com uma turma e vou caminhando até o ponto de ônibus da Igreja Deus é Amor [Avenida Professor Loureiro, na Ponta Grossa] para embarcar no ônibus, que já vem lotado, e seguir viagem até a Jatiúca, onde trabalho”, conta Andersson Cleiton. As linhas, que antes circulavam e atendiam aos moradores dos bairros da parte baixa da capital - Circular 1, Circular 2, Pontal/ Ufal, Trapiche/ Ufal, Pontal/ Iguatemi, Vergel/Jatiúca, Usineiros/ Trapiche, Joaquim Leão/Ponta Verde, Joaquim Leão/ Feitosa, Santo Eduardo/Avenida e Cruz das Almas/Trapiche -não existem mais. As linhas foram substituídas de forma paliativa pela Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), que reforçou o atendimento com ônibus que fazem itinerários de outras empresas e circulam de forma emergencial com uma identificação no para-brisa dos veículos indicando que seguem para os bairros.

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