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Festa junina ter� menos �palho��es em Macei�

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FELIPE FARIAS O número de palhoções de Maceió deveria ser reduzido em pelo menos a metade. A sugestão é da Polícia Militar (PM) e foi ratificada ontem na primeira reunião para tratar da regulamentação das festas juninas deste ano. O encontro foi mediado pelo Ministério Público, transcorreu na sede da Procuradoria Geral de Justiça, mas não foi conclusivo. Uma nova reunião ficou marcada para o próximo dia 25. ?Mas, aí então deveremos fechar o termo de ajuste de conduta para regular as festas deste ano?, disse Galvacy de Assis, chefe da fiscalização da SMCCU (Secretaria Municipal de Controle do Convívio Urbano) e representante do órgão no encontro. Estiveram presentes ainda representantes dos onze batalhões da região metropolitana de Maceió, da Secretaria de Defesa Social, da Guarda Civil Municipal, dos órgãos de meio ambiente do Estado e município e de outras secretarias da Prefeitura. O termo de ajuste é um documento que relaciona todas as normas a serem seguidas pelos organizadores de arraiais, do horário de encerramento das atividades a questões como recolhimento de lixo e proibição de servir bebidas em vasilhames de vidro. O documento é ratificado pelo Ministério Público, subscrito por todas as autoridades e pelos responsáveis por cada arraial e tem valor de lei. Quem o desrespeitar tem o palhoção fechado de imediato e sua inscrição automaticamente impedida para o ano seguinte. Segundo o tenente PM Marcos Sampaio, do setor de planejamento do Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran), o relatório sobre os palhoções foi elaborado pelo Comando de Policiamento da Capital (CPC), ao qual estão subordinadas as unidades responsáveis pelo policiamento de toda a região da grande Maceió, com base nas condições apuradas sobre a festa do ano passado. Policiamento Os batalhões elaboraram um relatório. Os vários documentos foram, por sua vez, consolidados pelo CPC. Uma das conclusões é que, devido à pulverização de arraiais, a polícia não tem condições de dar segurança a todos eles; alguns instalados de forma aleatória em áreas de difícil acesso. ?Oficialmente, havia 70 arraiais; mas, no total eram mais de cem?, disse o oficial. ?O ideal seria uma redução de, pelo menos, 50% do total de inscritos?, acrescentou. As conclusões e sugestões do relatório foram apresentadas pelo comandante do BPTran, coronel Gilberto Liberal Pessoa. Outra proposta que consta do documento é para que os palhoções fiquem concentrados em, no máximo, dois ou três por região administrativa. Da forma como estão pulverizados os arraiais, a polícia não tem como garantir efetividade na segurança durante as festas. Segundo o militar, a corporação vai tentar fazer com que as sugestões sejam incluídas no termo de ajuste que será elaborado na próxima reunião do grupo. ?Esperamos que elas sejam acatadas?, estima.

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