Cidades
BARRAQUEIROS DA ORLA RELATAM PREJUÍZOS DE 30% POR LÍNGUAS SUJAS
Comerciante diz que quando chove, sujeira na praia afugenta turistas e banhistas, em geral; dependendo do tempo, ele nem sai de casa
Os barraqueiros da Orla de Maceió acumulam prejuízos com o surgimento das línguas sujas, principalmente em dias de chuva. O barraqueiro Erisvaldo Nascimento, conhecido como “Seis Horas”, trabalha há 12 anos na Praia de Ponta Verde, próximo ao local onde uma galeria estourou e os dejetos se espalharam pela faixa de areia na semana passada, conta que em dias de chuva, o movimento cai cerca de 30%.
“Quando chove e tem um certo movimento, principalmente de turistas, informamos que a praia está imprópria para banho. É o correto. Muitos ficam com piadinhas e vão embora. Outros permanecem na praia, conversam sobre e acabam nos ajudando. Mas, a verdade é que acaba prejudicando a receita”, relata “Seis Horas”.
O comerciante relata, ainda, que normalmente, quando chove, deixa de ir trabalhar e também libera os funcionários. Atualmente, além dele, outras cinco pessoas prestam serviço no local. “A água fica ruim em dia de chuva e é muito chato ter que ficar explicando o motivo para os turistas. E quando eu vou, explico que é bom tomar banho depois da chuva, umas 48 horas depois, sempre consultando a balneabilidade da praia”.
Com as chuvas que caíram nessa quinta-feira, 16, Seis horas relata que um cliente já ligou para cancelar uma confraternização que estava agendada para domingo, 19.
Operação Ruptura: PC investiga organização criminosa em Coruripe
Instituto Federal de Alagoas abre curso de mídias sociais
Homem é baleado na cabeça após discussão em Arapiraca
Ex-policial militar é preso por golpes em Maceió