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ESTADO SEGUE ENTRE 7 QUE AINDA NÃO ATINGIRAM 60% DE IMUNIZAÇÃO COMPLETA

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Imagem ilustrativa da imagem ESTADO SEGUE ENTRE 7 QUE AINDA NÃO ATINGIRAM 60% DE IMUNIZAÇÃO COMPLETA
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Com pouco mais de um ano do início da imunização contra a Covid-19 no Brasil, restam anda sete estados com menos de 60% do total da população completamente imunizada, com duas doses ou dose única. Alagoas é o primeiro entre os sete, com 58,9%. Amazonas, Tocantins e Maranhão vêm em seguida, e Acre, Roraima e Amapá ainda não atingiram nem sequer 50%.

De acordo com especialistas, o percentual mínimo de 60% é essencial para conter o avanço da variante Ômicron. Pelo país, a vacinação completa varia de 39,4% a 79,6% da população. O índice mais baixo é do Amapá. O mais alto é de São Paulo e há 18 estados abaixo da média nacional, que é de 69,5% de imunizados completamente.

A campanha de vacinação fez um ano em 17 de janeiro. Os dados foram analisados pelo portal Metrópoles, com base no LocalizaSUS, plataforma de prestação de contas do Ministério da Saúde referente à pandemia.

O governo federal distribuiu mais de 407,4 milhões de doses de vacinas, das quais 348,2 milhões de unidades foram aplicadas. A comunidade médico-científica é categórica: a imunização é uma das principais medidas para controlar a pandemia.

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FAKE NEWS

O infectologista Dalcy Albuquerque, médico da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), explica que fatores como áreas remotas e fake news contra a vacinação influenciam nesse panorama, mas ressalta que já houve tempo necessário para que esses desafios fossem enfrentados e superados. “Esses estados que aparecem com a vacinação abaixo da média nacional, não por coincidência, estão em áreas mais remotas e com redes de comunicação e transporte mais limitadas.

Considerando a duração da campanha, já tivemos tempo de ter superado essas dificuldades”, avalia, do ponto de vista de logística. Contudo, esse não é o único possível entrave. “O preconceito contra a vacina [interfere]. Determinados discursos negacionistas podem ter tido um eco maior, e as pessoas se recusam a tomar a vacina. Essa é uma cesta de fatores que as secretarias terão que enfrentar”, pondera.

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