Cidades
TRABALHADORES DE HOSPITAIS EM MACEIÓ DECRETAM GREVE POR SALÁRIOS E FÉRIAS
Trabalhadores dos hospitais Sanatório (foto) e Veredas entram em greve a partir de amanhã
Trabalhadores dos Hospitais Veredas e Sanatório, junto aos sindicatos das categorias da enfermagem, laboratório e radiologia decidiram, em assembleia geral unificada realizada ontem, deflagrar greve por tempo indeterminado em protesto contra os atrasos nos pagamentos de salários e férias dos últimos meses.
A mobilização está prevista para ter início amanhã com ato público na Avenida Fernandes Lima, no bairro Farol.
Durante a assembleia, os presidentes dos sindicatos relataram que, após contato com a direção do Hospital Veredas, a unidade informou que começa a regularização dos pagamentos a partir de hoje (1°), com o repasse de todos os salários e férias atrasadas.
O salário do mês de janeiro, ainda segundo a hospital, será pago a partir da próxima semana. O hospital deve aos trabalhadores os salários de dezembro (2021) e janeiro (22), além de férias de novembro e dezembro do ano passado, além de janeiro deste ano. Já quanto à situação do Sanatório, a manifestação por parte da empresa não atendeu as expectativas dos trabalhadores, que não recebem férias há dois anos. “Independente de qual unidade não efetuar o pagamento, haverá protesto e denúncias públicas do caso”, destacou Mário Jorge, presidente do Sateal [Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem de Alagoas].
As entidades informaram ainda que solicitaram uma audiência com representantes do Tribunal Regional de Trabalho de Alagoas (TRT/AL) para intermediar o diálogo entre as intuições e os trabalhadores.
Mãe é presa após filha de 10 anos ser encontrada sozinha em Arapiraca
Dupla invade residência em Arapiraca; morador reage e consegue imobilizar um dos suspeitos
Pet desaparecido: envie uma foto do animal para a TV Gazeta
Operação Face Dupla: suspeitos de violência sexual contra crianças e adolescentes são presos
Acidente na Fernandes Lima deixa trânsito lento
Os trabalhadores também denunciaram maus-tratos por dirigentes das instituições e que estão sem recursos para comprar alimentos ou medicamentos.