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COMÉRCIO CHEGOU A PERDER R$ 60 MI POR DIA DURANTE A PANDEMIA

Para evitar novos prejuízos com fechamento de lojas e postos de trabalho, Fecomércio reforça campanha de prevenção contra Covid

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Fecomércio de Alagoas lança campanha sobre importância de medidas de biossegurança
Fecomércio de Alagoas lança campanha sobre importância de medidas de biossegurança -

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio-AL) reforçou a campanha #NãoDeixeoComércioFechar, com o objetivo de sensibilizar empresários, colaboradores e consumidores sobre a importância das medidas de biossegurança para prevenção da Covid-19, de modo a manter os negócios em funcionamento. A entidade estima perda de R$ 60 milhões por dia com o fechamento total das atividades durante o período mais restritivo da pandemia em Alagoas, entre o final de março e o início de julho de 2020, e tenta prevenir novos prejuízos à economia. “A grande preocupação dos empresários é ter suas atividades comerciais suspensas novamente, uma vez que muitos ainda estão curando as feridas de 2020 e a tendência, se isso acontecer, é que o número de empresas fechadas supere o de 2021. Nosso instituto de pesquisa, no auge das restrições, apurou a perda diária, em termos de faturamento, na casa de 60 milhões de reais”, informa o superintendente da entidade, Allan Souza. O instituto ressalta que houve perdas significativas em postos de trabalho fechados em decorrência do encerramento de empresas que não suportaram o impacto das restrições impostas em 2020 e 2021. “Segundo levantamento do nosso instituto de pesquisa, no primeiro ano de pandemia, foram extintos 30 mil empregos. Em 2020, 9 mil empresas não suportaram as maiores restrições em suas atividades, e em 2021, foram 14 mil empresas que fecharam as portas. O número cresceu por conta dos reflexos das paralisações de 2020, somadas às restrições parciais da segunda onda em 2021”, informa o superintendente da Fecomércio. Ele explica que a campanha Não Deixe o Comércio Fechar foi lançada em 2021, no pico da segunda onda da Covid, para conter o fechamento das lojas. Com o aumento do índice de infecções, em decorrência da circulação da variante Ômicron, no início deste ano, a ação foi reforçada esta semana com a finalidade de evitar novas medidas restritivas de circulação de pessoas e, consequentemente, de perda de negócios. “Nessa etapa do projeto, estamos com uma equipe multidisciplinar visitando os principais equipamentos comerciais do Estado, orientado sobre as medidas de prevenção e alertando os empresários sobre os riscos de futuras restrições em suas atividades comerciais, caso o contágio cresça e os leitos de hospitais sejam preenchidos”, comenta Allan Souza. A campanha é desenvolvida por meio da distribuição de material informativo físico nas lojas e entre os consumidores, além da disseminação de informações nas redes sociais das entidades e das lojas que integram o comércio. “Estamos com engajamento muito eficaz através das redes sociais com a hashtag #nãodeixeocomérciofechar e a grande maioria dos consumidores e empresários aderindo, bem como nas visitas presenciais, estamos colando cartazes, adesivos e distribuindo panfletos com orientações e recomendações.

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