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Banc�rios est�o em alerta

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DORGIVAL JUNIOR O Estado de Alagoas foi palco, só este ano, de sete assaltos a banco. As investidas cada vez mais ousadas dos assaltantes vêm deixando em alerta os bancários que temem pela falta de segurança no Estado. A informação foi dada pelo presidente do Sindicato dos Bancários, Sérgio Braga, que alertou para o ?terrorismo? usado pela quadrilha no assalto à agência Rosa da Fonseca, da Caixa. ?Este ano, só na capital do Estado, foram realizados quatro assaltos a agências dos bancos Itaú, Real e Caixa Econômica, além de três no interior a agências do Banco do Brasil. O Estado precisa tomar medidas enérgicas no sentido de prevenir estas investidas criminosas?, frisou o presidente do Sindicato dos Bancários. Ele lembrou, ainda, que as quadrilhas, em alguns assaltos, usaram o mesmo modo de atuação, seqüestrando parentes dos gerentes. ?Houve casos em que os assaltos foram realizados da mesma forma?, destacou ele, lembrando que os assaltos estão ficando cada vez mais ousados. ?O Banco do Brasil chegou a registrar dois assaltos em um único dia. Agora, na Caixa, o uso de aparelhos de última geração também foi muito ousado. O Estado precisa dar melhores condições de trabalho à polícia, que precisa também se modernizar para garantir a segurança da população. A polícia não está conseguindo prevenir os assaltos e nem prender os culpados?, destacou ele. Segundo dados da entidade sindical, Alagoas conta com um contingente superior a dois mil bancários na ativa, além de 129 agências e 11 bancos públicos e privados, estando a maioria das agências situada na capital. ?Os bancos vêm investindo em segurança, mas os equipamentos utilizados não estão sendo suficientes para coibir a ação das quadrilhas. O Estado precisa evitar o tráfico de armas e o crime organizado, para que a situação possa começar a se reverter?, salientou o líder sindical. Sérgio Braga disse ainda que o risco não está restrito aos bancários, mas se estende às suas famílias, que estão sendo usadas como reféns das quadrilhas para forçar os funcionários dos bancos a colaborar com os assaltos.

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