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PF suspeita de outros assaltos de quadrilha

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GILVAN FERREIRA Apesar de manter sigilo sobre as investigações, a Polícia Federal já tem duas linhas de investigações que podem levar à identificação e prisão dos integrantes da superquadrilha que assaltou na última terça-feira à agência de penhor da Caixa Econômica Federal (CEF), da Praça dos Martírios. O maior e mais ousado assalto a uma agência bancária em Alagoas rendeu aos bandidos mais de R$ 1,3 milhão. A primeira linha de investigação da Polícia Federal aponta para a possibilidade dos integrantes da quadrilha já terem atuado em Alagoas. Eles teriam participado dos assaltos às agências do Banco do Brasil de Teotônio Vilela, Junqueiro, Boca da Mata e Colônia Leopoldina (durante o assalto um policial militar foi assassinado pelos bandidos). Parte do grupo envolvido nesses assaltos foi preso na Bahia e Sergipe. Grupo de elite A Polícia Federal trabalha com a possibilidade da quadrilha ter utilizado um ?grupo de elite?, assaltantes treinados para ações com alto nível de ?profissionalismo? e técnicas pouco usadas em assaltos na região Nordeste. Os policiais federais também investigam se o grupo que assaltou a Caixa também estaria envolvido em dois assaltos, que aconteceram em Sergipe e na Bahia. A primeira ação do grupo, em Sergipe, aconteceu 24 horas depois do assalto à agência do penhor da CEF. Ontem, os delegados que acompanham as investigações receberam informações de um outro assalto na Bahia. Em outra linha de investigação, os policiais federais investigam a relação da quadrilha com os assaltos às agências Banco Real e Banco Itaú, em fevereiro deste ano. No assalto à agência do Banco Real, os assaltantes seqüestraram o gerente do banco, que teve amarrado ao seu corpo um cinto, que, segundo os assaltantes, com material explosivo que poderia ser acionado por um notebook. O gerente foi forçado a entrar na agência ? os assaltantes mantiveram a família do gerente como refém por mais de 12 horas - os assaltantes, que levaram R$ 315 mil do cofre do banco. No assalto à agência do Banco Itaú, os assaltantes também mantiveram o gerente e a sua família como reféns, mas só conseguiram levar R$ 28 mil do cofre do banco.

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