Cidades
TAXA DE OCUPAÇÃO DE LEITOS CAI PARA 13%
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A taxa de ocupação de leitos para tratamento de Covid-19 e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) caiu para 13% em Alagoas. Com a baixa nos números, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em boletim divulgado na sexta-feira (25), incluiu Alagoas entre os estados que estão fora da zona de risco. Pela 1ª vez, a ocupação de UTIs para Covid está abaixo de 60% em todos estados, aponta o boletim.
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), pelo menos 29 pacientes estão internados em leitos de hospitais. Deles, 12 pacientes estão em leitos de UTI, nenhum paciente está ocupando os leitos Intermediários e 17 estão internados nos leitos de Enfermaria. Comprovando a queda de internações, o levantamento da Fiocruz informa, ainda, que houve uma redução de 3,1% na incidência de mortes em duas semanas, deixando Alagoas com status de ‘estabilidade’. Inclusive, no domingo, 27, o Estado não registrou, no intervalo de 24 horas, casos e óbitos provocados pelo novo coronavírus, graças ao avanço da imunização com as vacinas enviadas pelo Governo Federal, por meio do Programa Nacional de Imunização (PNI). A última vez em que Alagoas não registrou casos e óbitos por Covid-19, em um mesmo dia ocorreu em 7 de março de 2020, portanto, há dois anos e 20 dias.
CAUTELA
Pesquisadores da Fiocruz alertam, no entanto, que o momento ainda exige atenção nas ações de vigilância em saúde e cuidados. “É importante destacar que esta queda encontra-se acompanhada de taxas ainda significativas de [Síndrome Respiratória Aguda Grave] SRAG e incidência de mortalidade por Covid-19”, reforça a nota que acompanha o boletim. O resultado é atribuído ao avanço da vacinação no País. Os dados atuais mostram 82% da população brasileira com a primeira dose, 74% com a vacinação completa e 34% vacinada com a dose de reforço.
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O infectologista Renee Oliveira reforça a importância da imunização. “Todo esse resultado é por causa da imunização. Não podemos deixar de vacinar, nem mesmo as crianças. Com a vacina em dia, a chance de ter a doença de forma grave, de se internar, é pequena. E estamos vendo isso na prática”, orienta o médico.