loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
segunda-feira, 26/01/2026 | Ano | Nº 6147
Maceió, AL
25° Tempo
Home > Cidades

Cidades

CASOS DE ZIKA SOBEM MAIS DE 400% EM AL NO PRIMEIRO TRIMESTRE

Números da dengue também tiveram crescimento significativo nos primeiros três meses de 2022 na comparação com 1º trimestre de 2021

Ouvir
Compartilhar
Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no Whatsapp
Imagem ilustrativa da imagem CASOS DE ZIKA SOBEM MAIS DE 400% EM AL NO PRIMEIRO TRIMESTRE

No primeiro trimestre de 2022, o número de casos confirmados de zika registrou um salto em Alagoas. O Estado apresentou um crescimento de 437,5%, saindo de oito para 43 casos. Os números da dengue aumentaram na mesma proporção e os de chikungunya, também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, subiram 40% no período em relação aos primeiros três meses do ano passado.

Os dados são do Sistema de Informação de Agravos de Notificação do Ministério da Saúde (Sinam/MS), que foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

Apesar do aumento, o Estado não contabilizou óbitos em decorrência da doença, que afetou diversas pessoas em 2015, quando se tornou uma epidemia em todo o País. Apenas em 2021, segundo o Ministério da Saúde (MS), 5.710 casos prováveis foram registrados no Brasil.

O vírus da zika é considerado de alto risco para gestantes, que, quando infectadas pelo mosquito Aedes Aegypti, o recém-nascido pode desenvolver síndrome congênita de microcefalia. Em meio à pandemia, o Ministério da Saúde informou que, em 2021, investigou 134 casos suspeitos de microcefalia provocada pela zika. Alagoas, à época, aparecia como o oitavo estado do Brasil com números sob investigação.

Os casos de chikungunya também cresceram, com percentual de 40% a mais. Entre janeiro e março de 2021, o estado somou 22 casos confirmados. Já o primeiro trimestre de 2022 registrou 31 casos do vírus.

O panorama também observou que não houve óbitos em decorrência da doença. A dengue, também transmitida pelo Aedes Aegypti, afetou 143 pessoas nos primeiros três meses do ano passado. O aumento também superou os 400%, com a confirmação de 521 casos somente nos três primeiros meses de 2022.

Relacionadas