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MACEIÓ TEM 22 BAIRROS EM ALERTA PARA DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA

Equipes de campo inspecionaram 16.555 imóveis para subsidiar ações de controle do vetor; pelo menos 5 bairros na capital têm risco de epidemia de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti

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Imagem ilustrativa da imagem MACEIÓ TEM 22 BAIRROS EM ALERTA PARA DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA
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Dos 50 bairros de Maceió, 22 estão em alerta para a ocorrência de transmissão de dengue, zika e chikungunya, registrando índices de infestação entre 1% a 3,9%, com possibilidade de epidemia nos 2º, 4º, 5º, 6º, 7º e 8º Distritos Sanitários. O levantamento foi divulgado ontem pela Gerência de Vigilância das Doenças Transmitidas por Vetores e Animais Peçonhentos da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e consta do 2º Levantamento de Índice Rápido de Aedes aegypti (Liraa) de 2022.

Os 22 bairros que estão em estado de alerta para ocorrência de transmissão das arboviroses (dengue, zika e chikungunya) por apresentarem índices de infestação do mosquito de 1% a 3,9% são Pontal da Barra, Cidade Universitária, Tabuleiro do Martins, Santos Dumont, Rio Novo, Santa Amélia, Trapiche da Barra, Chã de Bebedouro, Petrópolis, Barro Duro, Benedito Bentes, Pajuçara, Jacintinho, Santa Lúcia, Prado, Feitosa, Ponta Grossa, Ipioca, Chã da Jaqueira, Riacho Doce, Clima Bom e Mangabeiras.

Os bairros com índices de infestação mais elevados são Jaraguá (12%), Jardim Petrópolis (11,81%), Poço (10%), Ponta da Terra (8%), Ouro Preto (7,70%) e Gruta de Lourdes (7,31%), aos quais apresentam índice de infestação predial acima de 4% e risco de epidemia de arboviroses. Os dados ainda mostram que, dos 50 bairros de Maceió, 20% estão em situação satisfatória, 44% em alerta e 36% estão em situação de risco para epidemia de dengue, zika e chikungunya.

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A pesquisa aponta também que os tipos de criadouros predominantes com larvas são os depósitos para armazenamento de água a nível do solo e pequenos depósitos (balde - 38,7%, bacia - 5% e prato de planta no chão - 4,7%); recipientes ornamentais (balde/tampa de balde - 37% e vaso de plantas/prato de plantas - 36%); e no lixo acumulado (recipientes plásticos - 13,7%, vaso sanitário - 9,7%, balde - 8,6%, lata/vaso de planta - 8%, e sucata - 7,4%).

INSPEÇÃO

A Coordenação do Programa de Controle do Aedes Aegypti realizou o levantamento entre os dias de 25 a 29 de abril, durante trabalho de inspeção por equipes de campo em 16.555 imóveis de Maceió. O objetivo da ação é oferecer informações qualificadas para as ações de prevenção e controle do mosquito no Município, que estão sendo intensificadas por equipes de agentes de endemias, especialmente em bairros com altos níveis de infestação.

“No final do mês passado realizamos o 2º Liraa de 2022, no qual observamos um número alto de focos de reprodução do mosquito em alguns bairros de Maceió e outras áreas em situação de alerta para a proliferação do mosquito. Por isso, neste mês, vamos intensificar ainda mais as ações de controle do Aedes aegypti”, afirmou o coordenador do Programa de Controle do Aedes aegypti, Erivaldo Raimundo.

O coordenador disse que é importante ficar atento a criadouros dentro de suas casas. “É importante que a população fique atenta aos tipos de depósitos contidos em suas residências. A maioria dos depósitos que encontramos foram passíveis de remoção, como baldes e entulhos. Outro local propício para o criadouro de larvas são as bromélias, plantas que funcionam como reservatório natural para a proliferação do vetor. Por isso, os maceioenses precisam reforçar os cuidados dentro de suas casas e ficar atentos aos possíveis criadouros do mosquito." * Sob supervisão da editoria de Cidades.

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