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Governo federal refor�a servi�o de UTI m�vel em Alagoas

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FÁTIMA ALMEIDA O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) não é novidade para a população de Maceió. Embora muitas pessoas nunca tenham ouvido falar dele, já são registrados 854 atendimentos por mês em mais de dois anos de funcionamento na capital, onde integra a política estadual de Saúde, atendendo chamadas pelo número 192. Desde ontem, com a adesão à Política Nacional de Atenção às Urgências do Ministério da Saúde, o Samu passou a integrar o Sistema Único de Saúde (SUS) e a contar com ajuda financeira do Ministério para custear os serviços. De cara, ganhou um reforço de 11 ambulâncias, praticamente dobrando a frota existente, com um incremento mensal de repasse do governo federal de R$ 186,5 mil, valor que representa 50% do custo estimado do serviço. De acordo com o coordenador de Humanização e médico socorrista do Samu, Carlos Eugênio Rocha, os principais recursos do serviço são as viaturas, os equipamentos e o pessoal qualificado. O serviço conta com unidades de socorro básica e avançada (com UTI móvel), unidade de transporte de gestantes e, a partir de agora, com uma viatura equipada com incubadora neonatal para o transporte de bebês que precisam ser transferidos para Unidades de Terapia Intensiva. Atualmente, o serviço funciona com 18 médicos, 46 auxiliares de enfermagem, 18 enfermeiros e 38 motoristas. Com a chegada dos novos veículos, o quadro de pessoal será ampliado com pessoal aprovado no concurso da Saúde. Os atendimentos são para as urgências de natureza traumática, clínica, pediátrica, cirúrgica gineco-obstétrica e psiquiátrica. O serviço funciona 24 horas e para acioná-lo é só discar 192, de qualquer telefone (a ligação é gratuita). Os pedidos de socorro caem numa central de regulação, onde o médico regulador de plantão faz a triagem, avaliando se o caso pode ser resolvido com uma orientação ao paciente, se é preciso mandar ao local uma unidade básica ou se o caso é de tratamento intensivo, sendo necessária a Unidade Avançada, com médicos e enfermeiros.

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