Cidades
Diretor da UE: fim da superlota��o ainda est� longe
Segundo o diretor da Unidade de Emergência Armando Lages (UE), o cardiologista Marcus Sampaio, apesar de os leitos estarem em outras unidades, sua manutenção ficará a cargo da UE, que cederá material e medicamentos. Ele lembrou, entretanto, que a solução para o problema representado pela superlotação da UE passa por outras iniciativas que ainda não foram implementadas, não só de responsabilidade do Estado, como a conclusão das reformas que vão adaptar os minipronto-socorros de bairro para funcionar em período integral, na prática, funcionando como suporte para a Unidade; abertura de vagas similares em hospitais da rede privada e estruturação das unidades do interior. ?Precisamos também do esforço dos prefeitos para se conscientizar de estruturar suas unidades de atendimento e não se preocupar somente em adquirir ambulâncias para mandar pacientes para Maceió?, complementou Sampaio. As adaptações físicas para funcionamento do acordo são mínimas, já que do convênio antigo sobrou a conexão por um corredor que dá acesso a macas, cadeira de rodas e pessoal da Unidade de Emergência para o Hospital-Escola José Carneiro. A idéia do convênio é desafogar um pouco a superlotação da Unidade de Emergência, mostrada no fim de semana, pela GAZETA DE ALAGOAS, aproveitando melhor a estrutura vizinha do Hospital-Escola, que não era totalmente utilizada. Segundo o diretor da UE, existe uma proposta em estudo, para o futuro, da construção de um novo hospital geral, onde funcionaria o José Carneiro, deixando as dependências atuais para ampliação da UE, mas isso ainda não está definido. ?Esse convênio pode ser um começo?, arrisca ele. (Felipe Farias com Fátima Almeida)