Dia dos Namorados
‘ANA NÃO ACHA QUE ESTAR CASADA É UM DESAFIO’
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“Ana não acha que estar casada é um desafio. Para ela é companheirismo, segurança, troca, curtição. Gostamos da vida de casadas, de ter nossa casa, nossas coisas, de olhar ao redor e ver nossas conquistas juntas. De fazer as coisas que gostamos quando temos vontade. Enfim, para nós, diferentemente do restante do mundo, o casamento é sinônimo de liberdade e amor”, completou Natália.
E a rotina? Ela pesa na relação? Para elas, não há problemas. Por causa da profissão, as agendas são variadas e com programações bem diferentes. Isso acaba interferindo positivamente na vida a dois. Mesmo com a pandemia, apesar de ter sido um momento difícil, como para todos, seria impossível se imaginar uma sem a outra, como afirmam. “Nos completamos, nos apoiamos em tudo. O confinamento reforçou esses laços que temos e que será eterno”, se derrete a apaixonada Natália.
Mas elas lembram de um momento triste que marcou os dois últimos anos. “Passamos por uma perda grande na família, mas contornamos com nossa união. Nos mudamos para casa dos meus sogros por um tempo para dar suporte a eles também e essa entrega que temos uma a outra é que acaba dando sentido à vida”, completou.
Apesar disso, Ana Lydia Seabra afirma que não tiveram desgastes no relacionamento durante a situação pandêmica. “Acho que todos nós tivemos, em alguma medida, um desgaste emocional por causa do confinamento, das incertezas do aconteceria nas vidas de todos, das perdas e impacto da pandemia, mas tudo serviu para amadurecermos e consolidarmos ainda mais nossa relação”, acrescentou.
E sobre a liberdade de amar, ambas são categóricas em dizer que a relação é respeitada por todas as pessoas que as conhecem. “Nossa base é sólida e buscamos sempre tratar a todos que conhecemos com muito carinho e educação. Mas em quase dez anos juntas, já vivemos todo tipo de situação que se possa imaginar e ainda temos que enfrentar preconceito que deixaram mágoas e marcas”, desabafou Ana Lydia. ACA