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Empresa aguardar� decis�o judicial mas insiste que fia��o era clandestina

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A família de Thiago Nascimento não aceita a versão da Ceal de que a ligação elétrica que provocou a morte do estudante era clandestina, e de que a empresa se exima de responsabilidade no caso. Segundo o advogado Alberto Jorge, a família quer o parecer de uma perícia técnica sobre o material que guardam. ?Queremos que a perícia técnica judicial analise essa prova para uma resposta consistente a quem teima em afirmar que a fiação exposta que matou Thiago era clandestina?, afirma o advogado. Na opinião dele houve negligência e omissão operacional da Companhia Energética na manutenção dos fios e por isso ela deve ser responsabilizada pela morte do estudante. Thiago voltava da praia com um grupo de amigos quando pisou no fio desencapado, defronte da barraca Lampião, num dos pontos mais movimentados na orla. Os amigos tentaram reanimar Thiago, mas ele não resistiu à descarga elétrica. O presidente da Ceal, Joaquim Brito, disse que respeita a posição da família de Thiago e vai aguardar a decisão da Justiça, mas reafirma que a equipe técnica da Companhia esteve no local após o acidente e constatou que a ligação que provocou a morte do estudante era clandestina. ?Vamos fazer a nossa defesa e recorrer a todas as instâncias. Se mesmo assim a Ceal for considerada responsável, só nos resta acatar a decisão judicial?, diz ele. (FA)

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