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APÓS UM MÊS, 15 MIL ALAGOANOS AINDA SENTEM EFEITOS DAS CHUVAS

Coruripe continua sendo o município com o maior número de desabrigados e desalojados, diz boletim

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Em um mês, as chuvas em Alagoas amenizaram, á água que inundou e alagou as ruas sumiu
Em um mês, as chuvas em Alagoas amenizaram, á água que inundou e alagou as ruas sumiu -

Há um mês, as fortes chuvas que atingiram Alagoas pegaram os alagoanos de surpresa. Os estragos causados nas ruas, barreiras e residências levaram quase 20 mil pessoas a saírem de suas casas porque ficaram impossibilitadas de acomodar as famílias. De lá para cá, as chuvas amenizaram, á água que inundou e alagou as ruas sumiu, no entanto, ainda há mais de 15 mil pessoas continuam fora de seus lares, encontrando refúgio em casa de amigos e parentes ou abrigos disponibilizados pelo poder público. É o caso dos coruripenses. Segundo boletim diário divulgado pela Defesa Civil do Estado, desde que o número de desabrigados e desalojados atingiu mais de 3.900 pessoas do município localizado no Litoral Sul de Alagoas, ele não baixou e assim permanece depois de um mês do início das inundações. A Gazetaweb entrou em contato com a Prefeitura de Coruripe para saber os fatores que têm impossibilitado a redução de lá para cá e aguarda um retorno do órgão. O município de Penedo, na Região do Baixo São Francisco, chegou a ficar com cerca de 7 mil pessoas fora de suas casas em decorrência das chuvas. O número caiu para cerca de 2 mil e assim se mantém até esta terça-feira (21), que registra 1.982 pessoas desalojadas e desabrigadas. Essa era a mesma quantidade em 11 de junho.

A Gazetaweb também perguntou à Prefeitura de Penedo sobre o que está impedindo a redução desse número. Em resposta, a Prefeitura informou que o número mais atualizado data de 16 de junho e era de 1.666 desabrigados e desalojados. Informou ainda que alguns povoados permanecem em situação crítica.

Completando o balanço, o estado mantém quatro mortes por causa das chuvas. Elas ocorreram em São Miguel dos Campos, Campo Alegre, Palmeira dos Índios e Coruripe. As vítimas foram levadas pela correnteza e soterradas após deslizamento de barreira.

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