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Pesquisa utiliza documentos e mapas com mais de 300 anos

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DORGIVAL JUNIOR A pesquisa sobre a colonização de Alagoas usa mapas com mais de 300 anos que relatam como o processo teve início. ?Se não fosse este material documentado, não teríamos como saber a origem da ocupação do território?, afirma a professora Maria Angélica da Silva, coordenadora do Grupo de Pesquisa Estudos da Paisagem, do Departamento de Arquitetura da Ufal. O trabalho de pesquisa de documentos, mapas e cartas cartográficas, segundo ela, foi realizado também em Portugal e Holanda. ?Fui pessoalmente buscar dados e registros históricos nestes países que foram importantes para a nossa pesquisa?, disse a professora universitária ao apresentar um mapa de 1647 de Marechal Deodoro. Ruínas Os profissionais do Grupo de Pesquisa consideram que, apesar das condições precárias de edificações importantes e de alto valor histórico, como as igrejas do Rosário e da Ordem 3ª do Carmo, em Marechal Deodoro, elas podem passar por um trabalho de revitalização. ?Elas ainda não são ruínas, estão em processo de se transformar em ruínas se nada for feito?, disse Maria Angélica.

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