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Pandemia

MAIS SEIS ALAGOANOS MORREM VÍTIMAS DE COVID-19, DIZ BOLETIM

Doença ainda avança em Alagoas com o registro de 566 novos casos e um total de 6.972 óbitos

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Na terça-feira (5), Alagoas registrou mais quatro mortes e 443 novos casos de coronavírus em 24 horas
Na terça-feira (5), Alagoas registrou mais quatro mortes e 443 novos casos de coronavírus em 24 horas -

Seis mortes em 24 horas: vítimas com idade de 52 a 91 anos. Os números da Secretaria de Saúde mostram que a Covid ainda avança em Alagoas, que registrou 566 novos casos. São 6.972 óbitos e, oficialmente, 308,7 mil notificações da doença. Os dados da Sesau, divulgados ontem (6), mostram que há 4.035 casos em investigação. De acordo com informações da Sesau, quatro das seis vítimas eram homens e tinham hipertensão arterial. Um tinha 88 anos e morreu no Hospital Unimed; outro 78, tinha diabetes e morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Jaraguá, em Maceió.

Já a vítima de 52 anos residia em Estrela de Alagoas e morreu no Hospital Metropolitano; o idoso de 79 também residia em Maceió, tinha doença cardiovascular crônica. Uma mulher de 91 tinha diverticulite e faleceu Santa Casa de Misericórdia de Maceió. Outra vítima tinha 85 anos e morreu no Hospital Unimed.

Em relação à taxa de incidência da Covid por cem mil habitantes, desde o início da pandemia, mostra que os municípios mais afetados são Arapiraca(15,9 mil), Marechal Deodoro (15,6 mil) e Pilar (13,9 mil). Na terça-feira (5), Alagoas registrou mais quatro mortes e 443 novos casos de coronavírus em 24 horas, de acordo com o informe epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

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Já o último boletim Infogripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), traz mais um alerta. Maceió é uma das 18 capitais brasileiras a apresentar nível considerado alto de transmissão comunitária (quando não é possível identificar a origem do contágio) da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), além de Aracaju, Boa Vista, Campo Grande, Cuiabá, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Teresina e Vitória. Duas capitais que integram macrorregiões de saúde apresentam incidência de casos semanais abaixo do nível considerado alto, porém nenhuma capital encontra-se em macrorregião em nível extremamente alto. Das 27 capitais, uma está em macrorregião de saúde em nível pré-epidêmico (Belém) e uma está em macros em nível epidêmico (São Luís). O boletim da Fiocruz mostra ainda que outras sete estão em nível muito alto (Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Rio Branco e São Paulo), e nenhuma em nível extremamente alto. Outro ponto abordado no levantamento é sobre a tendência de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas). Nesse caso, Maceió é uma das capitais citadas, assim como Alagoas é um dos 20 estados a também apresentar sinal de crescimento. Vale destacar que nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos como resultado positivo para vírus respiratórios foi de 2,4% Influenza A, 0,1% Influenza B, 6,6% vírus sincicial respiratório, e 79,6% SARS-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos, a presença destes mesmos vírus entre os positivos foi de 1,2% Influenza A, 0,2% Influenza B, 1,2% vírus sincicial respiratório (VSR), e 93,7% SARS-CoV-2 (Covid-19).

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