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Chefe diz que problema � cr�nico

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A chefe da Assistência de Saúde do 1o Centro de Saúde na Ponta Grossa, Maria Amélia Cotrim, diz que a falta de medicamentos é um problema crônico. Quase sempre a farmácia está com prateleiras vazias. Assim como no 2° Centro, só não há falta de medicamentos para os programas de Hanseníase e Tuberculose. Pelo menos nos serviços de urgência aparentemente não há problemas de falta de medicamentos e material de uso dos profissionais de saúde, como luvas e seringas. A diretora-administrativa do minipronto-socorro do Jacintinho, Socorro Spíndola, fez questão de mostrar a farmácia do hospital, que estavam cheias de medicamentos e material de consumo. O minipronto-socorro faz cerca de 8 mil a 10 mil atendimentos de urgência por mês. Segundo Socorro, o único problema é com o módulo odontológico para atendimento ambulatorial, que está com alguns equipamentos quebrados. ?Mas o atendimento odontológico de urgência funciona normalmente?. A coordenadora do Projeto de Assistência Farmacêutica (Proaf) da Secretaria Executiva de Saúde, Erivanda Meireles, argumenta que a grande demanda de pessoas que buscam assistência nos dois Centro de Saúde de Maceió, inclusive do interior, é uma das causas da falta de medicamentos na atenção básica. ?Estamos sempre abastecendo as farmácias, mas a demanda é sempre muito maior?. Erivanda explica que os serviços de atenção básica da saúde são de responsabilidade dos municípios. Como os 1º e 2º Centros de Saúde, que continuam sendo geridos pelo Estado, acabam funcionando como complemento para os serviços que os municípios não conseguem cobrir. Por isso, há uma grande demanda de pessoas do interior que procuram os dois centros. Para superar esse problema, a proposta da Secretaria de Saúde é transformá-los em Centro de Referência para atendimentos de alta e média complexidades. Com essa mudança, os centros poderão ser abastecidos pelo Programa de Medicamentos Excepcionais do Ministério da Saúde. O primei-ro centro a ser transformado co-mo de referência será o do Poço, na Praça da Maravilha. ?Colocamos uma farmacêutica para fazer um diagnóstico no serviço de farmácia desses cen-tros para identificar quais as principais demandas por medi-camentos?.

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