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MAIS DE 54% DOS ESTUDANTES DE AL JÁ INGERIRAM BEBIDA ALCOÓLICA

Os dados divulgados pelo IBGE apontam que o consumo é maior entre alunos das escolas particulares

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Em todo o Brasil, a experimentação de bebida alcoólica cresceu de 52,9%, em 2012, para 63,2%, em 2019
Em todo o Brasil, a experimentação de bebida alcoólica cresceu de 52,9%, em 2012, para 63,2%, em 2019 -

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta quarta-feira (13), apontam que 54,3% dos estudantes alagoanos com idade entre 13 e 17 anos já experimentaram bebida alcoólica alguma vez. Ainda assim, a taxa é a terceira menor do Nordeste e está abaixo da média nacional, que é de 63,3%. Segundo o IBGE, o consumo de álcool é mais comum entre alunos de escolas particulares (61,2%). A taxa entre os alunos de escola pública foi de 53%. Os estudantes de instituições particulares de Alagoas ocupam o 2° lugar do Nordeste, quando avaliado esse aspecto. Quando analisada a questão de gênero, as meninas alagoanas tiveram mais contato com bebidas alcoólicas do que os meninos. Entre elas, a taxa é 59,2%, ante 49,4% entre os meninos. A pesquisa mostra ainda que 28,1% dos estudantes de Alagoas ingeriram bebida alcoólica com 13 anos ou menos. A ingestão precoce é mais presente entre os alunos de escolas particulares (36,6%), do que entre os de escolas públicas (26,5%). Em todo o Brasil, a experimentação de bebida alcoólica cresceu de 52,9%, em 2012, para 63,2%, em 2019. Esse aumento foi mais intenso entre as meninas, que saíram de 55%, em 2012, para 67,4%, em 2019. Para os meninos, o indicador foi de 50,4%, em 2012, para 58,8%, em 2019. Devido às mudanças na redação da pergunta, os dados de 2009 não foram comparados. Já a razão de chance de ocorrer embriaguez em algum momento da vida, os dados revelaram tendência crescente de 2,4% ao ano, acumulando 27% no período de 2009 a 2019. Os meninos da rede pública tiveram tendência de estabilidade, enquanto os da rede privada mostraram decréscimo de 2,6% ao ano. Já as meninas tiveram crescimento nas duas redes de ensino, com mais intensidade na rede pública, onde a possibilidade aumentou 4,5% ao ano.

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