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Nº 5716
Cidades

Chuvas no Sert�o

O pesquisador Carlos Nobre, chefe do Centro de Previsão do Tempo e Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) afirmou, ontem, durante uma mesa-redonda, realizada no auditório do Sebrae, sobre previsão do tempo no Brasil e no mundo, que as p

Por | Edição do dia 18/04/2002 - Matéria atualizada em 18/04/2002 às 00h00

O pesquisador Carlos Nobre, chefe do Centro de Previsão do Tempo e Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) afirmou, ontem, durante uma mesa-redonda, realizada no auditório do Sebrae, sobre previsão do tempo no Brasil e no mundo, que as previsões para o Sertão nordestino é de chuvas, entre os meses de maio e junho de 2002. Um dos pontos também discutidos no encontro, que contou com participação de outros cientistas, foi o dos níveis de acertos obtidos pelas previsões do tempo. Carlos Nobre disse que, de um dia para o outro, o resultado positivo de levantamento meteorológico é de cerca de 90%. Segundo o pesquisador, apesar de o tempo no Nordeste não ser tão instável, é mais difícil acertar a previsão do tempo de um dia para o outro. “Nas regiões tropicais os níveis de acertos atingem a casa dos 80%, enquanto no Sul do País o acerto é de cerca de 90%”, ressaltou. Veranicos Carlos Nobre não confirmou as previsões de ocorrências de veranicos, pequenas estiagens durante o período chuvoso no Nordeste. “Ainda não podemos fazer previsões de longo prazo por cada Estado, somente por região, por isso não posso ratificar essa informação”, salientou. Com relação aos benefícios da previsão do tempo na agricultura, Carlos Nobre explicou que, além de prever períodos chuvosos ou até de estiagens, o INPE já está monitorando os níveis de água no solo, o que é fundamental para agricultura. “Esse recurso facilita o produtor na escolha da época de plantio”, explicou o pesquisador.

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