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Delegada diz que acusado responder� a inqu�rito policial

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Aluna do curso técnico de Química, Shyrlene Tenório vai prestar queixa contra o professor Alberto Vangasse e admite ainda processá-lo por danos morais. ?Já tenho uma advogada que vai me orientar. Vou às últimas instâncias para responsabilizá-lo por essa agressão?, disse ela, que é vice presidente do Grêmio Estudantil Édson Luiz, do Cefet. A delegada Fabiana Leão explicou que a estudante e o professor foram ouvidos em termos de declaração, mas o inquérito será instaurado a partir da queixa que Shyrlene fará amanhã. O professor Alberto Vangasse poderá ser processado por lesões corporais de natureza leve, cuja pena é detenção de seis meses a um ano. Ele pode ser condenado a pena alternativa, de natureza socioeducacional, ficando sob observação judicial. ?No depoimento ele negou a agressão, garantindo que apenas tentou sair do tumulto provocado pelos estudantes?, revelou a delegada, acrescentando que notificou Alberto Vangasse para que ele compareça à Ciapc às 14h de amanhã, para ser comunicado de que responderá a inquérito policial. Fabiana disse ainda que espera o laudo do Instituto Médico Legal (IML) onde a estudante fez exame de corpo de delito. O processo eleitoral no Cefet tem sido marcado por denúncias de irregularidades. O caso já chegou à Procuradoria Geral da União (PGU) e à Procuradoria Geral da República (PGP). Entidades estudantis e um grupo de professores questionam a lisura do processo conduzido pela atual direção. Uma das alegações é que o Conselho Diretor, que avalizou o resultado, está desfalcado da maioria de seus integrantes, o que na avaliação dos professores torna suas decisões ilegais. (BL)

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