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Sindicato critica falta de estrutura para seguran�a

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GILVAN FERREIRA A fuga dos três homens acusados de envolvimento no tiroteio dentro da boate Arena, em Jaraguá, na madrugada do último sábado, onde uma pessoa morreu e cinco ficaram feridas por disparos de pistola 45, 380 e nove milímetros, foi facilitada pela falta de estrutura da Operação Litorânea (Oplit). A denúncia foi feita pelo atual diretor de Planejamento e presidente do Sindicato dos Policiais Civis, José Carlos Fernandes, que destacou as péssimas condições de trabalho, a falta de equipamentos e armamento para os 40 policiais, que fazem parte da Oplit. José Carlos Fernandes denunciou ainda o suposto desvio de finalidade do trabalho dos policiais civis na Oplit. ?Esse tipo de policiamento (ostensivo) é uma função da Polícia Militar. A função da Polícia Civil é de polícia judiciária. A Oplit foi criada para beneficiar os proprietários de hotéis, bares e restaurantes daquela área. Além do desvio de função, os policiais trabalham sem a mínima estrutura, não têm trei-namento, armas ou equipa-mentos. E utilizam os veículos Marea, que foram comprados com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública, infelizmente mal utilizados pelo governo do Estado?, acusou José Carlos. O sindicalista disse que concorda com os policiais que consideram a Oplit ?bonitinha, mas ordinária?.

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