Cidades
Crea mant�m embargo em obra da igreja universal
FÁTIMA ALMEIDA Fiscais da Delegacia Regional do Trabalho (DRT) estiveram ontem pela manhã no canteiro de obras do templo da Igreja Universal, onde o trabalhador Edmilson Cândido da Silva, 22 anos, morreu soterrado na última quinta-feira, num buraco de seis metros de profundidade, escavado para a fundação do prédio. Segundo Alex Oliveira, chefe de Fiscalização, o embargo parcial à obra vai continuar até que as soluções para as falhas na segurança do trabalho sejam apresentadas. Eles foram concluir as investigações sobre questões ligadas à segurança do trabalho e checar as providências que foram tomadas desde a última sexta-feira. Ontem a construção estava totalmente parada. Apenas alguns funcionários que acompanharam os fiscais do trabalho, e agentes de portaria orientados para evitar o acesso da imprensa, estavam no local. Familiares de Edmilson Cândido (o pai e um irmão) também estiveram no local para acertar detalhes relativos à indenização pela morte do trabalhador morto. Eles reclamavam os direitos de parentesco que estariam sendo atropelados, segundo eles, pela companheira de Edmilson, a quem foi entregue o atestado de óbito no Instituto Médico Legal.