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Manifestantes cobram a��es do governo

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No encontro no Palácio, os manifestantes lembraram a onda de assaltos a bancos, roubo de carros, seqüestros relâmpagos e outros crimes que antes não se via no Estado. O combate a esses delitos, lembraram os membros da comissão, é uma obrigação do governo, a quem cabe garantir a segurança pública. Nos cartazes, eles pediram paz e respeito à liberdade. Familiares do estudante assassinado participaram da passeata, segundo eles, como forma de reforçar a luta da sociedade por segurança. A irmã de Pedro, Maria das Graças Oliveira Simões, disse que a responsabilidade pela tranqüilidade pública é do Estado e ressaltou que os jovens, como qualquer outro cidadão, têm direito de sair de casa para se divertir. Ao responder aos manifestantes, o secretário Robervaldo Davino deixou claro que desde o primeiro momento o governo agiu para identificar e punir os atiradores que agiram na boate Arena. Ele disse que não há um prazo para que os acusados sejam apresentados à Justiça, mas garantiu que todos os esforços estão sendo feitos para que os culpados sejam punidos. Falta polícia O secretário lamentou o episódio, explicando que o efetivo de 622 policiais que atua em Maceió tem sido insuficiente para atuar em todas as áreas da capital. Um dos problemas, explicou Davino, é o grande número de comícios que têm ocorrido, e para os quais são destinados policiais militares. Além disso, naquela noite do sábado, 21, além dos comícios e outros eventos, havia também um jogo de futebol com a equipe do CRB. Atendendo solicitação da família de Pedro Oliveira Simões, o secretário admitiu que o advogado da família acompanhe as investigações que estão sendo feitas pela Polícia Civil.

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