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Pol�cia inicia per�cia em ultraleve que caiu no mar
GILVAN FERREIRA Uma equipe do Corpo de Bombeiros e mergulhadores resgataram ontem os destroços do ultraleve que caiu na última quinta-feira a 1,5km da praia de Maragogi. Na queda do ultraleve, morreram o piloto da aeronave, Amadeo Vasconcelos Filho, 43, e o turista paulista Magdiel Landir Franco, 26, que estava em Alagoas em lua-de-mel. Os dois corpos foram resgatados com o auxílio de mergulhadores, bombeiros e pescadores que estavam próximo ao local do acidente. O ultraleve caiu quando fazia um vôo panorâmico sobre as galés e a praia de Maragogi. O piloto sobrevoava um trecho da praia de Maragogi, segundo testemunhas, perdeu o controle da aeronave quando estava a cerca de 30 metros de altura. As versões para o acidente ainda são contraditórias. Uma delas sugere que o piloto perdeu o controle do ultraleve depois que o tecido de uma das asas da aeronave rasgou. A outra versão aponta para um suposto problema no motor, que teria ?estourado?. Essa versão é negada por pescadores que estavam próximos ao local do acidente, que garantem que o motor da aeronave ainda estava funcionando no momento da queda. Dois oficiais do Departamento de Aviação Civil (DAC) iniciaram o trabalho de perícia para descobrir as causas da queda. O delegado de Maragogi, Joãopessoa Vaz da Costa Filho, disse que vai aguardar o laudo técnico do DAC para definir os ?rumos? da investigação. Joãopessoa Vaz não descartou a possibilidade da queda do ultraleve ter sido provocada por um ato de sabotagem. O delegado revelou que, no ano passado, Amadeo Vasconcelos se envolveu em um incidente com uma ?pessoa influente? em Maragogi, mas o caso teria sido resolvido, aparentemente, de forma amigável. Ontem, o corpo de Magdiel Landir foi liberado e a família fez o traslado para São Paulo, onde deveria ser enterrado.