Cidades
Habeas corpuspara pitboys � �adiado no TJ
GILVAN FERREIRA Os três lutadores de jiu-jítsu envolvidos no espancamento do estudante Klébson Almeida, 19, que ocorreu no dia 11 de julho, na casa de shows Uau, no bairro do Jaraguá, vão continuar presos, pelo menos até a próxima terça-feira. O pedido de habeas corpus para os pitboys Charles Alexandre Moura de França, o Charlão, Paulo Henrique Gouveia e Leandro Albuquerque Ferro, o Leleco, presos no Cirydião Durval, não foi julgado pelo Pleno do Tribunal de Justiça (TJ). O julgamento do pedido de habeas corpus estava marcado para a última terça-feira, mas como o TJ suspendeu os trabalhos devido ao feriado de Nossa Senhora Aparecida, a sessão foi suspensa e o julgamento adiado. O juiz relator do caso pitboys, Alberto Jorge Correia de Barros Lima, que ocupa o cargo de juiz convocado pelo TJ, disse que somente na próxima segunda-feira poderá confirmar se o pedido de habeas corpus será colocado na pauta do Pleno do Tribunal de Justiça. Cabe ao Pleno julgar o mérito do recurso dos advogados contra a decisão liminar do desembargador em exercício, juiz Alberto Jorge Correia Lima, que negou liminarmente a liberdade aos pitboys Charlão, Leleco e Paulo Gouveia. O recurso contra a decisão do juiz Barros Lima foi impetrado pelos advogados Saulo Emanoel de Oliveira e Givan Lisboa. Na sua decisão, que foi publicada no último dia 28 de setembro, o juiz Alberto Jorge Correia de Barros Lima considerou que não existiam nos autos elementos que possibilitassem comprovar irregularidades na prisão dos três acusados. Caso o pedido de habeas corpus seja negado pelo Pleno do Tribunal de Justiça, Charles Alexandre Moura de França, Paulo Henrique Gouveia e Leandro Ferro, que foram denunciados pelo promotor de Justiça, Marcus Mousinho, por formação de quadrilha e tentativa de homicídio, devem aguardar o julgamento na prisão.