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PF investiga sumi�o de alagoano no Tocantins

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FÁTIMA ALMEIDA MÁRIO LIMA A Polícia Federal (PF) do Tocantins começou ontem a investigar o desaparecimento do eletrotécnico alagoano Rosivaldo Bruno de Souza, 39 anos, que sumiu há 35 dias, quando realizava inspeções para manutenção de escolas indígenas na Ilha do Bananal, no Estado do Tocantins. Rosivaldo é funcionário da Secretaria da Educação e Cultura (Seduc) daquele Estado, onde mora há 10 anos. As polícias Civil e Militar do Tocantins e tropas do Exército também foram mobilizadas nas buscas, mas não encontraram nem vestígios do desaparecido, segundo informações colhidas pela GAZETA. Queima de arquivo Familiares de Rosivaldo, em Maceió e em Palmas ? capital do Tocantins ? informaram à GAZETA que recentemente ele havia denunciado um esquema de notas fiscais frias que encobria desvio de recursos na Seduc, e suspeitam que ele foi assassinado como ?queima de arquivo? em uma emboscada, no município de São Félixdo Araguaia, do outro lado do Rio Araguaia, onde fica a Ilha de Bananal. De acordo com o irmão de Bruno, Roniere de Souza, agente da Polícia Civil alagoana ? que acompanhou as buscas durante 15 dias ?, a Polícia Federal entrou nas investigações após um encontro de sua irmã, Raqueline, com o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, que esteve na semana passada em Tocantins e ouviu dela as denúncias. Já a Polícia Civil no Estado do Tocantins mantém total sigilo sobre o caso. ?Estranhamente não foi aberta nenhuma sindicância?, disse ontem, por telefone, à GAZETA a dentista Raqueline Bruno de Souza, irmã de Rosivaldo e funcionária da Secretaria da Saúde do Tocantins. Na sua opinião, o caso envolve ?gente grande e muito dinheiro?.

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